7 de julho de 2008

Argentina em Camboriú

Passei vários verões em Camboriú, SC. Num deles, me apaixonei por uma argentina linda, a Lorena. Na época, ficamos nos beijinhos e, mesmo quando fui visitá-la no país dela 6 meses depois, não passamos dos amassos frios.


Alguns anos depois, a menina já tinha se tornado uma mulher e me disse que voltaria finalmente pra Camboriú. Combinamos de nos encontrarmos. Eu ficaria na casa de uns amigos na praia, enquanto ela se hospedaria num hotel. Tínhamos 3 dias juntos pra aproveitar e é lógico que fui com a certeza de que, dessa vez, não perderíamos tempo.


Me enganei. Assim que nos reencontramos, sentimos a mesma atração, mas infelizmente uma coisa chata não tinha mudado nela: ela continuava cheia de querer, sabe? Cheia de nhen nhen nhen. E eu não gosto de mulher frescurenta.


O que aconteceu? Olha como homem não presta: vi que um outro grupo de argentinos hospedado no mesmo hotel tinha uma gata que se destacava. Na verdade, não era tão bonita quanto a Lorena, mas era gostosa demais.


Uma noite, fui com a Lorena a uma discoteca e encontrei o outro grupo lá. Na maior cara de pau, despistei minha acompanhante, abordei a outra argentina (Maria) e a arrastei até um canto onde nos atracamos num beijo interminável e apalpadas de tirar o fôlego.


Coitada da Lorena! Quimicamente, não chegava nem aos pés da compatriota.


Dois dias depois, voltei pra minha cidade satisfeito. Afinal de contas, o propósito da viagem tinha sido alcançado: sexo da melhor qualidade com palavrinhas sujas e gemidos em castellano. Não com a Lorena, mas com a Maria...