8 de agosto de 2008
Outra mineirinha
Ela ia dormir mais umas 2 noites na casa da amiga dela e o irmão da anfitriã, também parte da turma, estava doidinho pra dar umas alisadas na visita.
Aquela noite deu empate: eu fiquei com a atenção dela e ganhei o telefone e uma promessa de cineminha no dia seguinte... mas o cara era quem ia dormir com a menina na casa dele, né...
No dia seguinte, passei na casa da minha amiga pra pegar a mineira. Como ela estava gostosa de saia e chinelinho! Aquele sotaque me deixava doidinho e, quando nos sentamos dentro do cinema, nossas mãozinhas se juntaram.
"Ah, que história mais chata", você deve estar pensando. Calma... Você já comeu uma mulher dentro do cinema? Uma que não fosse sua namorada, ainda por cima?
Pois é. Sentou no meu colo, de frente pra tela e de costas pra mim, só afastando a calcinha. Sim, num daqueles momentos em que a gente diz "Dane-se a camisinha!"
Não foi por muito tempo, mas suficiente pra eu me deliciar com aquilo tudo e me dar conta de que eu estava vivendo um momento do qual eu jamais me esqueceria. Tanto que não me lembro do nome dela, muito menos do filme, mas ainda me recordo do rostinho redondo, dos seios gostosos, da bunda rebolando no meu p.
Quem já fez sabe como é.
Mas então, uns dias depois, encontrei o cara em cuja casa a mineira tinha ficado. Ele me contou que, na noite em que ela tinha ido ao cinema comigo, ele tinha tentado de tudo que é jeito, mas ela não tinha dado pra ele. Na última noite, porém, me disse que ela cedeu. Ou seja, terminamos no empate.
É claro que nós dois é que somos cafajestes, né? Ela, tadinha, vítima do assédio contínuo blablabla.
7 de julho de 2008
Argentina em Camboriú
Passei vários verões em Camboriú, SC. Num deles, me apaixonei por uma argentina linda, a Lorena. Na época, ficamos nos beijinhos e, mesmo quando fui visitá-la no país dela 6 meses depois, não passamos dos amassos frios.
Alguns anos depois, a menina já tinha se tornado uma mulher e me disse que voltaria finalmente pra Camboriú. Combinamos de nos encontrarmos. Eu ficaria na casa de uns amigos na praia, enquanto ela se hospedaria num hotel. Tínhamos 3 dias juntos pra aproveitar e é lógico que fui com a certeza de que, dessa vez, não perderíamos tempo.
Me enganei. Assim que nos reencontramos, sentimos a mesma atração, mas infelizmente uma coisa chata não tinha mudado nela: ela continuava cheia de querer, sabe? Cheia de nhen nhen nhen. E eu não gosto de mulher frescurenta.
O que aconteceu? Olha como homem não presta: vi que um outro grupo de argentinos hospedado no mesmo hotel tinha uma gata que se destacava. Na verdade, não era tão bonita quanto a Lorena, mas era gostosa demais.
Uma noite, fui com a Lorena a uma discoteca e encontrei o outro grupo lá. Na maior cara de pau, despistei minha acompanhante, abordei a outra argentina (Maria) e a arrastei até um canto onde nos atracamos num beijo interminável e apalpadas de tirar o fôlego.
Coitada da Lorena! Quimicamente, não chegava nem aos pés da compatriota.
Dois dias depois, voltei pra minha cidade satisfeito. Afinal de contas, o propósito da viagem tinha sido alcançado: sexo da melhor qualidade com palavrinhas sujas e gemidos em castellano. Não com a Lorena, mas com a Maria...
23 de maio de 2008
Ex-aluna pode
Teve uma época em que dei aulas particulares pra um grupo nos fundos de casa.
Dos quatro alunos, havia uma estudante de Direito bem gostosa, meio ruiva e alta. Ela era a mais interessada no assunto das aulas e, além de inteligentíssima, era aplicada. Tanto que logo criou o hábito de chegar mais cedo e ficar até mais tarde pra tirar dúvidas que não acabavam mais.
Só percebi que os interesses dela iam além das aulas quando meu próprio pai me chamou e disse: “Filho, você não está se envolvendo com alunas, né? Tome cuidado com essa menina!”
“Será que um mulherão desses quer alguma coisa comigo?”, foi a primeira coisa que eu pensei. Depois comecei a reparar mais. Realmente, não fazia sentido uma gata daquela ir pra aula no sábado à tarde equilibrando os 1,75m de gostosura num par de saltos, mostrando as pernas fortes e torneadas com shorts tão curtos... e com tanto perfume, além de outros detalhes de maquiagem etc. que homem tosco não percebe.
Pois é... em pouco tempo, ela notou que eu tinha sacado e, apesar de nunca avançarmos o sinal, ficou mutuamente entendido que ela, mmmm... e eu... mmm... entendeu? Era mais ou menos assim.
Finalmente, o santíssimo sábado-último-dia-de-aula chegou! Dois alunos se mudariam pra outra cidade e eu estava prestes a viajar por um longo tempo. Pra nos despedirmos, fomos a uma discoteca à noite.
De novo, vou encurtar os blablablás e continuar narrando no capítulo em que, no maior amasso dentro do carro na frente da casa dela, a ex-aluna me disse que os pais estavam viajando. Puts, perfeito!
Com a casa de dois andares todinha pra nós, eu só não imaginava que a primeira vez que eu sentiria aquele mulherão seria com ela de quatro no CHÃO da SALA!
Mas a estudante aplicada era uma rebelde na matéria de sexo. Gostava de selvageria, estocadas fortes e frases como “Sua safada, queria tanto dar pro professor, agora toma rola, toma!”.
O único problema eram os arranhões que ela dava, principalmente quando gozava. Naquela época eu era solteiro e não tinha problema, porém mais tarde, quando minha ex-aluna se tornou amante, as marcas das unhas dela me deixavam maluco de raiva.
Que idéia de cafajeste, né? Vê se pode reclamar disso!
Carona pra bêbada
Esta foi uma das histórias que mais me deram dor de cabeça. Não que tenha sido algo muito grave, mas foi uma das poucas sacanagens que fiz e foram descobertas por uma namorada.
Eu estava voltando de um bar quando vi uma morena minhonzinho de calça jeans e blusinha andando descalça, segurando as sandálias de salto na mão, numa rua escura.
Parei o carro um pouco à frente e desci pra ver o que ela fazia perdida por ali. É verdade que a mocinha de 18 anos estava alegrinha, mas não dá pra dizer que estava bebaça, sabe?
Ela já tinha caminhado uns 3 km do centro até aquele bairro e, quando contou aonde estava indo, fiquei abismado. Se ela não aceitasse uma carona minha, pelo menos um táxi eu pagaria.
Ela preferiu a carona.
Juro que, quando entrou, eu só pensava em deixá-la sã e salva no seu destino. Aí, papo vem, papo vai, fiquei sabendo que a gata era de outro estado e que já tinha uma filhinha. Com 18 anos e já mamãe... pelo menos virgem ou boba eu vi que não era.
Você pode estar imaginando-a uma dessas caipiras que se acabam cedo e ficam logo feiosas e gordas. Mas a minha passageira não era assim, não.
Tinha o rosto delicado, nariz fininho e lábios bem modelados, carnudos. Olhinhos bem-feitos e cabelos bem-cuidados.
Numa dessas indiretas que homens safados não perdem oportunidade de dar, percebi um sinal verde e quase mudei de trajeto. Em vez de rumar pra um motel, no entanto, só parei o carro e ficamos nos beijando por pouco tempo. Motivo? Oficialmente, foi a menstruação, mas acho que era forçar um pouco demais a barra...
Logo dei a partida novamente e, em poucos minutos, chegamos à casa da tia dela. Era pra ficar só nisso, mas ela mesma decidiu mostrar sua gratidão pela carona de uma forma mais especial.
Boquete.
Molhado, experiente e com aquele gostinho a mais pela situação. Ver uma mulher totalmente estranha, gata, no seu carro e chupando o seu pau é bom demais! Saiu sem nem dizer o nome. E nem me lembro da rua.
Como minha namorada ficou sabendo? Voltando pra casa, encontrei um amigo na rua e contei empolgadíssimo pra ele. Semanas depois, descobri que o FDP era apaixonado pela minha namorada... que virou ex depois dessa.
"Mais forrrte!"
A mineira foi, segundo o “Bom Moço”, talvez a melhor que já peguei. De certa forma, concordo. Mas não puramente por causa da beleza que a moça tinha – principalmente pelo belíssimo traseiro e pelos cabelos maravilhosos. Era seu jeito genioso, teimoso, difícil e charmoso que a valorizava mais e me deixou louco pra conquistá-la.
A belezura tinha se mudado pro meu estado alguns meses antes de eu conhecê-la. Estudante de cursinho, ela trabalhava algumas noites num bar que eu freqüentava com assiduidade na minha cidade e foi lá que a encontrei.
Eu tentava, mas ela não me dava muita atenção. Pelo menos, aparentemente, os outros homens também não recebiam nenhum tratamento especial. Uma noite, pedi seu telefone. Com um jeito encantador de menina teimosa, ela me disse que, se eu realmente estivesse interessado, eu deveria voltar na semana seguinte, numa quarta-feira.
Imagino como ela deve ter se sentido quando, na quarta-seguinte, com o bar lotado e sem ter me visto, ela recebeu um recado de um garçom, dizendo: “Vim aqui pra buscar o que você me deve.”
Encurtando os blablablás, uma bela noite a mineirinha foi dormir lá em casa. QUE BUN DA! Céus, só quem já teve pra si uma bundona redondinha, dura e bronzeada apertada com calcinhas pequenininhas sabe o que se sente quando se lembra de algo assim. É o que estou sentindo agora.
Está na cara que fiquei fissurado por aquela parte do corpo da pequena deusa de 19 aninhos. Pra melhorar, a menina gostava de ficar de costas pra levar rola. QUE DE LÍ CIA era enfiar o pau todinho ali vendo aquelas pernas, costas e cabelos ondulados!
E isso ainda não era tudo. O melhor que aquela mineira linda deixou na lembrança era que, nem na hora em que estava sendo comida, ela se deixava dominar.
O resultado é que, segurada pelos cabelos e encostada em pé na parede, de quatro na cama ou sentada no meu colo, ela dizia, com aquele sotaque puxado e jeito dengoso e provocador: “Mais forrrte! Me come, me come mais forrrte! Mais forrrte, vai! Foóóórrrrrte!”
22 de maio de 2008
A falsa crente
Durante mais de um ano, fiquei de olho naquela loira de olhos verdes e cabelos lisos até a cintura que circulava no meu bairro, próximo a uma universidade.
A saia até os joelhos e o comprimento do cabelo não deixava dúvidas: aquela beldade toda era um desperdício de crente. Mesmo assim, quando ela passava, eu não escondia que estava babando pelas suas curvas. Principalmente pelas pernas maravilhosas e os pés bem cuidados que ela fazia questão de desfilar em sandálias de saltos altos.
De nariz empinado e olhar centrado sempre pra frente, ela nunca me deu bola. Por anos.
Até que um dia resolvi aproveitar que já estava de boca aberta e falei alguma coisa enquanto ela passava.
A cantada não tem segredo; basta ser sincera. Pois eu disse pra ela isto que você leu até agora. Com os detalhes das pernas e dos pés lindos, da saia e do cabelo de crente e tudo mais.
Ganhei um número de telefone e, no dia seguinte, acho, um encontro num barzinho.
Ela estava maravilhosa, porém, com uma amiga. Quando percebi que a amiga não era boa companhia, entretanto, fiquei aliviado. “Afinal de contas, pode ser que esta beldade não tenha muito de crente, não”, pensei.
Rolaram uns beijinhos, mas só fora do bar, meio às escondidas.
Puxa, que história mais chata, né? Calma que está só começando...
A tal mulher não era crente coisa nenhuma, mas os pais eram e ela, como boa filhota, ainda usava aquelas roupas pra agradá-los.
Em pouco tempo me acostumei com o corte das saias dela, principalmente depois de ser apresentado às lingeries que ela usava por baixo.
A menina, cujo nome eu morro de vontade de escrever aqui, tinha um corpo fenomenal. Uma bunda esculpida que nascia depois de uma cintura bem apertadinha... e acompanhada por lindas pernas fortes e torneadas, de mulher reprodutora, como macho consegue farejar. Rostinho, seios e xaninha no mesmo nível: A. E tudo cheiroso.
O que me fez vir contar sobre ela aqui, no entanto, não foi o seu corpo nem a surpresa de descobrir que ela não era crente coisa nenhuma. O verdadeiro motivo foi o boquete que ela fazia.
Isso não é questão de prática. Acho que tem mulheres que nascem com o dom, mesmo, como beijar, escrever, correr, saltar. Pois a fulana tinha nascido com o dom de chupar rola.
Ela não tinha apenas a boca macia. Ela também sabia impor o ritmo certo, sincronizava os movimentos das línguas e dos lábios com os das mãos. Mantinha, com classe, todos aqueles cabelões afastados do rosto e parecia que sabia até a hora de chupar longamente de olhos fechados e o momento de abrir os olhos e olhar pra mim com aquela cara de puta que todo homem adora.
Parece mentira, mas isto ainda não era tudo. A falsa crente não fazia frescura. Chupava meu pau no carro, na garagem sem medo de me fazer feliz.
Na última vez que fomos ao motel, ainda lhe disse: “Você deveria dar aulas pra maioria das mulheres aprenderem como se chupa um pau”.
15 de maio de 2008
Casada grávida
Tudo bem. Mais uma vez, como eu digo, eu estava lá pra isso mesmo. E dei.
Com mulheres desse tipo, não tem segredo: se quiser comer, só precisa tratar bem, conversar numa boa, com sinceridade e sem ser afoito. É incrível, mas parece que dá muito menos trabalho conquistar mulheres compromissadas do que solteiras.
Uns dias depois do nosso primeiro encontro virtual, ela mesma sugeriu um encontro real. Eu a deixava dar o rumo que ela mesma queria que nossa relação ou aventura tivesse. E a menina-mulher gostava de rapidez.
Quando finalmente nos vimos, a química foi uma boa surpresa. No meu quarto, vi pela primeira vez uma barriga grávida de 6 meses tão de perto. E os peitos. Ah, que peitos!
Mamei. Matei todas as saudades que, inconscientemente, eu podia ter do leite materno. E apalpei, apertei, lambi... fiz tudo que podia com aquele corpo de mamãe, enquanto ela tremia com as carícias, comprovando o quanto isso tinha, de fato, se tornado raro na sua triste vida de casada.
Enquanto meu pau escorregava gostoso dentro daquela gostosa, a mulher tinha espasmos. De repente, chorou. Coisa de mulher grávida, casada, certinha ou ingênua - sei lá. O que sei é que, com a história que ela contava do casamento, eu não senti dó nenhum do cara, que morava em outro estado e vinha visitá-la uma ou duas vezes por mês. Pelo contrário. Fiquei com pena dela e achei que eu estava é fazendo um grande favor pra ela.
Pensamento de cafajeste...
16 de abril de 2008
Homem fiel não existe (por autor desconhecido)
1º Não existe homem fiel.
Você já pode ter ouvido isso algumas vezes, mas afirmo com propriedade. Não é desabafo. É palavra de homem que conhece muitos homens e que conhecem, por sua vez, muitos homens.
Nenhum homem é fiel, mas pode estar fiel (ou porque está apaixonado - algo que dura no máximo alguns meses; nem se iluda - ou porque está cercado por todos os lados. A única exceção é o crente extremamente convicto. Se você quer um homem que seja fiel, procure um crente daqueles bitolados, mas agüente as conseqüências.
2º Não desanime.
O homem é capaz de te trair e de te amar ao mesmo tempo. A traição do homem é hormonal, efêmera, para satisfazer a lascívia. Não é como a da mulher. Mulher tem que admirar para trair, ter algum envolvimento. O homem só precisa de uma bunda. A mulher precisa de um motivo para trair, o homem precisa de uma mulher.
3º Não fique desencantada com a vida por isso.
A traição tem seu lado positivo. Até digo: é um mal necessário. O cara que fica cercado, sem trair, é infeliz no casamento, seu desempenho sexual diminui (isso mesmo), ele fica mal da cabeça. Entenda de uma vez por todas: homens e mulheres são diferentes. Se quiser alguém que pense como você, vire lésbica (várias já fizeram isso e deu certo), ou case com um viado enrustido que precisa de uma mulher para se enquadrar no modelo social.
Todo ser humano busca a felicidade, a realização. E a realização nada mais é do que a sensação de prazer (isso é química, tá tudo no cérebro). A mulher se realiza satisfazendo o desejo maternal, com a segurança de ter uma família estruturada e saudável,com um bom homem ao lado que a proteja e lhe dê carinho.
O homem é mais voltado para a profissão e para a realização pessoal e isso vem de diversas formas: com o sentimento de paternidade, com uma família estruturada etc.. mas nunca vai vir se não tiver acesso a outras fêmeas e se não puder ter relativo sucesso na profissão. Se você cercar seu homem... tipo, mulher que é sócia do marido na empresa. O cara não dá um passo no dia-a-dia sem ela você vai sufocá-lo de tal forma que ele pode até não ter espaço para lhe trair, mas ou seu casamento vai durar pouco, ele vai ser gordo (vai buscar a fuga na comida) e pobre (por que não vai ter a cabeça tranqüila para se desenvolver profissionalmente. (Vai ser um cara sem ambição e sem futuro).
4º Não tente mudar para seu homem ser fiel. Não adianta.
Silicone, curso de dança sensual, se vestir de enfermeira, etc... Nada disso vai adiantar. É lógico que quanto mais largada você for, menor a vontade do homem de ficar com você e maior as chances do divórcio. Se ser perfeita adiantasse, Julia Roberts não tinha casado três vezes. Até Gisele Bunchen foi largada por Di Caprio, não é você que vai ser diferente (mas é bom não desanimar e sempre dar aquela malhadinha). O segredo é dar espaço para o homem viajar nos seus desejos (na maioria das vezes, quando ele não está sufocado pela mulher ele nem chega a trair, fica só nas paqueras, troca de olhares). Finja que não sabe que ele dá umas pegadas por fora. Isso é o segredo para um bom casamento. Deixe ele se distrair, todos precisam de lazer.
5º Se você busca o homem perfeito, pode continuar vendo novela das seis.
Eles não existem nesse conceito que você imagina. Os homens perfeitos de hoje são aqueles bem desenvolvidos profissionalmente que traem esporadicamente (uma vez a cada dois meses, por exemplo), mas que respeitam a mulher, ou seja, não gastam o dinheiro da família com amantes, não constituem outra família não traem muitas vezes, não mantêm relações várias vezes com a mesma mulher (para não criar vínculos) e, sobretudo, são muuuuuito discretos: não deixam a esposa (e nem ninguém da sua relação,como amigas, familiares, etc saberem). Só, e somente só, um amigo ou outro DELE deve saber,faz parte do prazer do homem contar vantagem sexual. Pegar e não falar para os amigos é pior do que não pegar. As traições do homem perfeito geralmente são numa escapolida numa boite, ou com uma garota de programa (usando camisinha e sem fazer sexo oral nela), ou mesmo com uma mulher casada de passagem por sua cidade. O homem perfeito nunca trai com mulheres solteiras. Elas são causadoras de problemas. Isso remete ao próximo tópico.
6º ESSE TÓPICO NÃO É PARA AS ESPOSAS. É PARA AS SOLTEIRAS OU AMANTES:
Esqueçam de uma vez por todas esse negócio de homem não gosta de mulher fácil. Homem adora mulher fácil. Se 'der' de prima então, é o máximo. Todo homem sabe que não existe mulher santa. Se ela está se fazendo de difícil ele parte para outra. A demanda é muito maior do que a procura. O mercado ta cheio de mulher gostosa. O que homem não gosta é de mulher que liga no dia seguinte. Isso não é ser fácil, é ser problemática (mulher problema). Ou, como se diz na gíria, é pepino puro. O fato de você não ligar para o homem e ele gostar de você, não quer dizer que foi por você se fazer de difícil, mas sim por você não representar ameaça para ele. Ele vai ficar com tanta simpatia por você que você pode até conseguir fisgá-lo e roubá-lo da mulher. Ele vai começar a se envolver sem perceber. Vai começar ELE a te procurar. Se ele não te procurar era porque ele só queria aquilo mesmo. Parta para outro e deixe esse de stand by. Não vá se vingar, só piora a situação e não lucra nada com isso. Não se sinta usada, você também fez uso do corpo dele - faz parte do jogo; guarde como um momento bom de sua vida.
7º 90% dos homens não querem nada sério.
Os 10% restantes estão momentaneamente cansados da vida de balada ou estão ficando com má fama por não estarem casados ou enamorados; por isso procuram casamento. Portanto, são máximas as chances do homem mentir em quase tudo que te fala no primeiro encontro (ele só quer te comer, sempre).Não seja idiota, aproveite o momento, finja que acredita que ele está apaixonado, dê logo para ele (e corra o risco de fisgá-lo) ou então nem saia com ele. Fazer doce só agrava a situação, estamos em 2007 e não em 1957.Esqueça os conselhos da sua avó, os tempos são outros.
8º Para ser uma boa esposa e para ter um casamento pelo resto da vidafaça o seguinte:
Tente achar o homem perfeito do 5º item, dê espaço para ele. Não o sufoque. Ele precisa de um tempo para sua satisfação. Seja uma boa esposa, mantenha-se bonita, malhe, tenha uma profissão (não seja dona de casa), seja independente e mantenha o clima legal em casa. Nada de sufocos, de 'conversar sobre a relação', de ficar mexendo no celular dele, de ficar apertando o cerco, etc. Você pode até criar 'muros' para ele, mas crie muros invisíveis e não muito altos. Se ele perceber ou ficar sem saída, vai se sentir ameaçado e ocasamento vai começar a ruir. A última dica:
9º Se você está revoltada por este e-mail, aqui vai um conselho:
Vá tomar uma água e volte para ler com o espírito desarmado. Se revoltar quanto ao que está escrito não vai resolver nada em sua vida. Acreditar que o que está aqui é mentira ou exagero pode ser uma boa técnica (iludir-se faz parte da vida, se você é dessas, boa sorte!). Mas tudo é a pura verdade.Seu marido/noivo/namorado te ama, tenha certeza,senão não estaria com você, mas trair é como um remédio; um lubrificante para o motor do carro. Isso é científico. O homem que você deve buscar para ser feliz é o homem perfeito do item 5º. Diferente disso ou é crente, ou viado ou tem algum trauma (e na maioria dos casos vão ser pobres).
O que você procura pode ser impossível de achar, então, procure algo que você pode achar e seja feliz ao invés de passar a vida inteira procurando algo indefectível que você nunca vai encontrar.
15 de abril de 2008
Teste de fidelidade
Lembrando os velhos tempos de baixaria do programa dele, encontrei este caso (clica, clica!) que, seja real ou montagem com atores, é uma comédia. A menina me lembrou totalmente a Gi, uma menininha toda dengosinha, fiel, que tinha um noivo ciumento que trabalhava duro pra mimá-la... mas com um pouquinho de papo, ela acabou nos esfrega-esfregas no carro comigo e, dias depois, fazendo de tudo no motel.
Ah, sacanagem ficar falando da menina que traía o noivo, né? Afinal de contas, o cafajeste da história deve ser sempre eu, não é mesmo?
Pois juro que aquela menina me deu certo nojo. Era bom demais ir pro motel com ela, mas a sacana, com aquela carinha e jeitinho de anjinho... rolava na cama e no chuveiro comigo enquanto o noivo trabalhava o dia todo e ainda estudava à noite... e me chamava de "meu amor".
Puts, meu amor era muita crueldade. Até um cafajeste fica sensível quando se coloca no lugar do corno...
Casou. E nunca mais vi. Na verdade, até vi. Tava já infeliz depois de uns 2 meses de casada. o duro é que continua gostosa. Muito gostosa.
6 de abril de 2008
Higiene ou frescura, mas essencial
Tá bom, você vai dizer que tem muito mais saco peludo e pinto fedido do que vaginas. Sinceramente, não sei, mas até imagino que seja mesmo verdade porque macho que é macho é descuidado. Ainda bem que não sou desse tipo de machos...
Tive uma namorada que era um show de higiene. Pra alguns, podia até parecer exagero, mas ela chegava a tomar quatro banhos por dia. Sexo sem banho pelo menos até umas duas horas antes não rolava. E também era toda depiladinha e vivia cheirosa. Ah, e de dentes escovados!
Resultado: eu adorava cheirar, beijar e lamber aquela menina! Sabe quando você se apega à pessoa e quer ficar o tempo todo sentindo o calor da pele ou até cheirando a roupa dela que está jogada em cima da cama? Engraçado como a psicologia comportamental é eficaz, né?
Agora, alguns dias atrás, tive mais uma vez o azar de me deparar com uma moça... digamos "distraída". Vou dizer distraída porque não sei se era descuidada, porquinha ou, vai saber, se era mesmo a preferência dela ser assim.
Assim como? Primeiro, fumante. Bafo de cigarro é coisa só pra quem é besta de gostar de tabaco também, eim! A mulher tem um beijo delicioso, mas só de saber que o gostinho de resto de tabaco queimado vai estar ali, saindo do fundo da garganta... dá vontade de falar assim: "Vamos logo, menina, pára de frescura de beijinhos, vira de costas e empinha a bunda um pouquinho logo, vai!"
E tem mais: mulher que passa o dia inteiro sem tomar banho e, à noite, na hora do sexo, quer abrir as pernas e sexo oral... é demais, né? "Tá achando que sou otário?", penso, enquanto vou, com jeitinho, jogando a responsabilidade pro meu amiguinho aqui embaixo. Coitado, sobra pra ele, né? "Olha, hoje vai você primeiro", minha boca fala pra ele. Eu até sentiria dó se ele não tivesse a proteção de uma roupa superisolante que até o aroma da boceta consegue disfarçar. Sortudo...
Com essa descrição, você já deve ter feito uma cara de asco e soltado um "credo". Mas ainda tem mais: os pêlos. Dizem que tem homem que gosta, mas eu nunca conheci na vida um cara que fosse fã de xana peluda. Pra mim, isso é como coelho da páscoa, que todo mundo diz que existe, mas ninguém vê.
Juro que não entendo por que diabos tem mulher que deixa aquela floresta querendo se expandir pra fora da calcinha. Preguiça não pode ser. Por isso que eu disse antes: distração. Ou seja, porca! Nojenta! No bom português, é a vulga "sem noção".
Bem, hoje, as mulheres aprenderem por que muitos homens "só querem chegar comendo sem nem beijar na boca"... e por que homem "não se preocupa em dar prazer à mulher nas preliminares. Puxa, quem gosta de ser eliminado na fase preliminar? Pois é o que aconteceria se a gente fosse fazer preliminar com todas as porquinhas e peludinhas por aí. Viva a gilete, viva a água e viva o sabonete!
5 de abril de 2008
Quem insiste sempre alcança - por Bom Moço
De repente resolvi chamar uma menina pra dançar, ela era alta (1,72) e estava com um salto q a deixava com um corpo todo empinado (eu adoro mulheres altas). Dançamos um pouco e ela disse que estava com os pés doendo por causa do salto, então eu a chamei pra comprar uma água comigo e começamos a conversar.
Pedi o numero de celular dela, mas ela havia dito que seu celular havia quebrado um dia daqueles, pedi o msn e decorei na frente dela (pra mostrar que realmente estava interessado), conversamos bastante e quase não acreditei que aquela baita mulher tinha 17 aninhos!
A Mila (o nome dela não é esse) não estava muito a fim de ficar comigo, mas fui insistente e ofereci carona. Ela não aceitou, disse que morava perto e tal. A minha salvação foi uma amiga dela que morava longe e precisava de carona, e a Mila, muito caridosa, acabou pedindo pra eu levá-las embora.
Para minha surpresa, na hora da saída vem uma menina correndo e entrega um celular pra Mila dizendo que ela estava esquecendo (tudo bem, ela mentiu). Deixei a amiga dela em casa e super sério perguntei eu teria de deixá-la (não tinha gostado da historia do celular, é claro). Ela notou que eu tinha percebido a mentirinha e tentou consertar pedindo meu número. Eu acabei fazendo charminho e tirando uma da cara dela até chegarmos à porta de sua casa.
Parei o carro e ela não desceu de imediato. Aí eu pensei: “pronto, essa eu pego”. Troquei umas palavras e fui dar um beijo de despedida e acabou rolando um beijo na boca. Foi aí que começou a noite! A Mila ficou todas excitada e comecei falar besteirinhas no ouvido dela e a chupar aqueles seios enormes e super durinhos.
Cada vez q eu os abocanhava ela gemia de tesão. Eu senti que aquela noite eu comeria ela, mas havia um problema: ela estava naqueles dias (e isso não era mentira pois eu quis conferir pondo a mão em sua chaninha por cima da calcinha).
Tudo bem, porque ela pegou no meu pau tão forte e começou a chupar tão gostoso que até esqueci sua chaninha. Ela estava louca pra eu gozar naqueles seios que ela adora tanto (é a parte do corpo que ela mais gosta), e eu gozei dentro do carro, no banco da frente, por volta das seis horas da manhã (quando o sol já estava nascendo), onde ela tanto queria.
Ela adorou a sensação, pegava no meu pau e esfregava nos seus seios e se lambuzava toda com meu esperma. Ai, ai, foi o meu melhor nascer do sol que já tive.
Por isso que eu sempre falo com meus amigos que, quem insiste, sempre alcança! Outra hora conto mais histórias da Mila pra vocês.
4 de abril de 2008
Despedida com estilo
Logo no primeiro momento, ela se sentiu atraída por mim. Eu também. Muito. Quase demais, se eu não tivesse uma namorada e tantas outras coisas acontecendo na minha vida pra pensar naqueles dias.
Pulando a parte do primeiro boquete da Carlinha, da primeira vez dela no motel, da segunda vez já bem melhor e da maratona de sexo e briguinhas que se seguiram por um ano depois disso, chegamos ao ponto em que traí a Carlinha com sua melhor amiga na época. Eita, essa história eu ainda conto aqui!
Carlinha descobriu e contou pra toda a família, inclusive pros parentes lá daquele estado longe no Brasil que eu tinha visitado uma vez no feriadão com ela e os pais dela. Que vergonha, eim!
Mas o coração tem vontade própria e nem sempre fica do lado da razão e do nosso orgulho. Com Carlinha, não foi diferente. Mesmo depois de ter ficado indignada e de não ter ouvido eu dizer que tinha me arrependido - porque eu não tinha, mesmo - , ela ainda voltou aos meus braços. E, naquela noite, Carlinha, já maior de idade, sabia o que queria.
Foi uma despedida. Dentro do carro, na garagem do prédio, mesmo. No banco de trás. Com Carlinha ora deitada, ora no meu colo, de quatro. Depois de meses sem nos tocarmos, ela precisava matar a saudade. Primeiro ela pegou, viu, apertou e seus olhos brilharam quando viu a cabecinha daquela coisa dura brilhando. Depois chupou, sentou nele e pediu mais e mais.
Por último, a Carlinha, melecada pelos líquidos do nosso tesão e pelo suor, cedeu a bundinha. Carlinha já não era mais virgem e já tinha aprendido a dar também o cuzinho para o professor querido. Nessa noite, ela o deu de novo. Foi quando gozei pela última vez dentro de Carlinha... na sua bundinha linda.
A médica e a secretária
Casada e de uns 30 anos, a Tânia (o nome real dela é outro) vivia reclamando do casamento com um maxão hiperciumento e vagabundo que ela praticamente sustentava. Ela era muito querida e meiga, uma companheira além de amante. Acreditei mesmo que nunca tinha traído o marido, até porque demorou um bocado até acontecer comigo e, na primeira vez, ela tremia muito.
Como era arriscado nos encontrarmos, ela sugeriu que eu agendasse visitas no seu escritórios. Então, uma vez a cada duas semanas, lá ia eu, com horário marcado, ver a doutora.
Logo nas primeiras vezes, conheci a Cristina, secretária deliciosa, morena com lindos olhos, narizinho delicado e roupas provocantes. Extrovertida e engraçada também. Uma daquelas poucas mulheres que a gente olha e pensa "Essa eu lambo todinha".
Podia até ter sido mais difícil ter traçado a secretária se eu não tivesse falado pra ela que talvez a namoraria. Tem mulher que é assim: só dá se achar que vai dar namoro.
Sem uma saber da outra, acabei tendo caso com as duas. Elas mesmas pediam pra eu, pelamordedeus, não contar nada de uma pra outra. rs Nunca comi nenhuma no consultório, mas ganhava um boquete ou mamava gostoso nos seios fartos da médica e encontrava, vez ou outra, a secretária depois do expediente na esquina da casa dela pra dar uns amassos ou ir ao motel.
E assim foi que as duas cuidaram um bom tempo da minha saúde.
Amigos que sabem dividir
Dito e feito. Uns 5 min depois, lá estava eu de volta, todo faceiro, com o número da belezura de uns 18 aninhos gravado no meu celular.
Uma ou duas semanas depois, nos encontramos. Nas primeiras vezes, rolaram só uns beijinhos que, apesar de combinarem, não puderam se extender para o prato principal. O que me incomodava na Larissa é que ela era meio... burrinha. Não chegava a ser burra, mas tinha estudado pouco. Ou estava estudando pouco. E adorava sertanejo. Mas não interessa. O que importava é que ela era gostosa. Muito gostosa.
Acabei comendo. E comia bem aquela menina! Me lembro perfeitamente do tesão que senti quando vi e apalpei pela primeira vez aquelas coxas e bunda de ex-jogadora de vôlei do time da cidade... Mmm... E aquela calcinha tentando se esconder no meio da bunda. Quase conseguia.
Larissa era gostosa, bonita e era até legal, mas gostava de fazer manha. Sabe como é mulher gostosa frescurenta, né? Então, assim mesmo. Quer dar, mas você tem que pedir com muito jeitinho, como se precisasse convencer. rs Mulheres...
Mesmo assim, eu convencia. Tanto que chegou até a dormir comigo na sala no ap do Bom moço e deu pra mim gostoso, mesmo com o risco de ele sair do quarto e pegá-la rebolando no meu pau. Ah, e como ela sabia cavalgar..! Se tivesse feito equitação, teria sido melhor atleta que jogadora de voleibol.
Encurtando a história, o Professor já tinha estado presente algumas vezes em que eu me encontrei com a Larissa. Ele tinha, inclusive, ficado já com uma amigona dela. E eu viajei. E a Larissa e o meu amigo continuaram se falando. E... isto mesmo. Ele também comeu.
Parece que ele se divertiu ainda mais que eu, o safado. Às vezes ele saía da aula na faculdade e ia dormir na casa da menina, que judiava do coitado. Ele é grandão, também ex-jogador de vôlei, e agüentava o tranco, mas, no dia seguinte, sempre reclamava que estava morto de tanto meter e ter a rola chupada.
Como eu só tinha comido a loira na casa dos meus pais e do meu amigo Bom moço, eu nunca soube que ela gostava de gritar. O Professor contou que, enquanto ela pedia e levava pica, gemia muito alto. Mulher que geme alto ou grita enquanto é fodida é um tesão. Todas deveriam fazer isso.
Voltei de viagem muito tempo depois e ele ainda traçava a menina de vez em quando. E um dia ela começou a dar moralzinha pra mim de novo. É claro que o papo era que queria me encontrar pra me ver depois de tanto tempo e saber das novidades... Sei... Mulher também, quando é safada, não tem quem segure, né?
15 de março de 2008
Duas virgens em uma semana
Uma delas, de 16 anos, era do norte do Brasil, morena, gostosa demais, baixinha, com aquela bunda brasileira e cinturinha fina, cabelos cacheados, boquinha bem desenhadinha e muito simpática e falante.
A outra era o oposto. De 15 anos, do sul do Brasil, loira, cabelos encaracolados e olhos azuis, quieta e muito inteligente, corpo mignonzinho. Muito avançada pra idade.
As duas virgens e sedentas pela primeira vez com alguém mais experiente, que lhes passasse confiança blablabla. Ou seja, com um cafajeste. Tudo bem, né, estou aí pra isto mesmo.
Foram em casa e cada uma só teve uma vez. A primeira, porque no dia seguinte ela ia embora pra região dela. A outra, porque no dia seguinte quem ia embora era eu. Estava de mudança.
Nunca fui fã de virgem. Pelo contrário, a idéia de estar com uma mulher que não sabe o que fazer é meio repudiante... a menos que ela queira muito aprender. Era o caso.
O melhor não é o sexo em si, mas a situação. Você se vê diante de uma ninfeta perfeitinha, que tomou banho e se arrumou antes de ir pra sua casa pra ser gentilmente abatida pela primeira vez na vida. Sabendo que você tem uma namorada e que não vai ser nenhum príncipe encantado na vida dela.
E você se lembra de quando tinha a idade dessas gurias e imagina quantos e quantos rapazinhos já tentaram ver ou sentir o beijo, toque, os peitinhos, as coxas e a bundinha daquela coisinha fofa... e, agora, sem você fazer muito esforço, ela está ali, totalmente à sua disposição. Puts, isto é demais!
Hora de sentir o coração dela batendo, de ver os mamilos de menina-mulher, de tirar a roupa e reparar na xaninha cuidadosamente depiladinha, de beijar e sentir o cheiro do corpo todinho, de ver ela admirando seu corpo malhado, de ver os olhinhos dela brilhando com seu pau na mão... e aproveitar a sensação de um boquete inexperiente, porém esforçado... e de, finalmente, colocar a bonequinha com as perninhas abertas e, falando baixinho olhando nos olhos dela, ir enfiando o pau bem devagarzinho, fazendo carinhos, dando beijinhos e dizendo o quanto ela é bonita e gostosa... e, o que é melhor, sem estar mentindo!
E depois ainda restam as cartinhas, os e-mails ou as conversas no msn... com elas planejando uma viagem pra me visitar.
A loirinha virou atriz sem saber
Eu tinha conhecido a atriz umas duas semanas antes, num bar/discoteca da cidade. Ela estava com uma amiga cuidando porque ela tinha namorado. Mesmo assim, com muita simpatia, acabei ganhando o telefone da boneca.
Isto mesmo, ela parecia uma boneca. Muito pequenininha, uns 20 anos, estudante de Letras, loira de cabelos encaracolados e olhinhos azuis. Ingênua, simpática, namorando havia uns 4 anos, acho. De repente, descobriu que o namorado, um cara gente finíssima que eu já conhecia (rs), andava pulando a cerca. Ocasião perfeita pro lobo mau aqui ganhar um banquete.
Coincidiu que a gatinha, com o coração partido, resolveu me encontrar bem na época em que eu estava morando com o "Bom Rapaz". Quando contei pra ele e pro "Pervertido" que era seria a próxima visita, surgiu a sugestão unânime: "Aaah, ela você vai ter que filmar!" hehe
Foi aquela preparação maquiavélica: enquanto o "Perfertido" COMPROU uma webcam pro grande dia, o "Bom Rapaz" e eu estudávamos os ângulos do nosso "estúdio". hehe A webcam tinha que ficar invisível e só captava imagens com luminosidade. Mas como fazer pra loirinha tímida que só tinha dado pro namorado e ia traí-lo pela primeira vez aceitar a luz acesa numa boa?
Esta é a parte mais engraçada. O "Bom Rapaz" mexeu no interruptor de modo que a luz só ficava acesa. Quando a menina chegasse, eu a levaria pra aquele quarto porque só tinha colchão ali (tínhamos escondido o meu do outro quarto). Quando ela mesma tentasse apagar a luz, veria que não tinha como e ia ser tarde demais pra ficar com timidez, né?
Dito e feito, tudo aconteceu conforme o planejado. O duro foi ficar excitado com aquele clarão, no meu primeiro filme (hehe), com uma atriz tão queridinha que nunca imaginava que, assim que saísse dali, ia ser assistida por três marmanjos.
Apesar da vergonha (minha também, acredite), da luz chata e do desempenho nota 5,0 da menina na cama, tudo correu bem. O engraçado é quando a gente olha pra câmera enquanto a menina não está vendo e faz careta. hehe
O "Pervertido" editou e guardou o filme. Eu nunca nem assisti inteiro. Foi horrível me ver ali. Mas, pelo menos, tenho certeza de que nenhum de nós jamais colocaria um vídeo ou fotos dos nossos esquemas na net. Não que me ache um santo por isso. Sou cachorro mesmo.
E olha que a menina, depois daquele dia, voltou e meteu mais gostoso. Aprendeu a chupar de um jeito... Mmmm...
11 dias de muito trabalho duro
Na época, eu morava a algumas quadras com meus pais e queria aproveitar os últimos dias do aluguel dele pra fazer bagunça com ele.
Na verdade, não nos demos muito bem enquanto ficamos lá, mas, por outro lado, aproveitei pra levar muita mulher pro ap dele. Em 11 dias, comi seis ou sete. Uma veio de uma cidade próxima pra passar o fim de semana comigo e, do sábado até o domindo, acabei dando SEIS com a menina. Eita, fogo difícil de apagar. Eu bem quis que meu amigo pudesse ajudar e aproveitar a gostosa que a menina era, mas ela não gostou da idéia...
Na próxima postagem, vou contar como fizemos meu primeiro filme pornô (rs).
10 de março de 2008
Uma pra dois - por Bom Rapaz
Estávamos entediados com aquele rala e rola com a mulherada do nosso dia-a-dia. Mão pra cá, mão pra lá, beijinho na boca, troca de telefone no final da balada e mais nada.
Então meu amigo "Pervertido", sempre bem relacionado, seja pelo Orkut, seja pelo msn, seja pelo bate-papo, começou a ligar para seus esquemas em busca de uma boa menina que topasse um sexo casual.
Depois de algumas tentativas encontramos uma “menininha” de 16 aninhos que morava em uma cidade vizinha. Ela topou me conhecer e, de tanto o "Pervertido" falar bem de mim, ela disse que se fosse com minha cara até poderia até vir a rolar um sexo a três. Pois bem, fomos pra cidade vizinha com a expectativa da moça nos tratar bem.
De início fiquei receoso, pois ela não atendia os telefonemas e, quando atendia, dizia q estava ocupada. "Puta que pariu, essa menina fez a gente perder a viagem", pensei. Meu amigo pegou o telefone e começou a tentar outros contatos naquela cidade... mas nada de concreto, só pra outras datas, desculpas e tal. Estávamos quase desistindo e a “meninha” resolveu ligar para irmos buscá-la em uma lan house em que ele trabalhava. Ufa... Levamos ela pra casa do "Pervertido" que ainda estava em construção, mas já tinha uma cama de solteiro que nos acomodaria.
Achamos que a menina fosse super inexperiente e resolvemos ir com calma para deixá-la mais relaxada. Para nosso surpresa, ela disse do nada, "vocês estão demorando muito, eu não tenho a noite toda". Ta bom né, ela que manda. Rola na safada!
O boquete deixava a desejar, ela ainda não sabia fazer direito, mas de quatro ela era um tesão. Aquela bunda enorme e com marca de biquine, enquanto um metia na chaninha dela, o outro era chupado, e ela se vislumbrava de tesão.
Metemos, metemos insistimos por uma penetração anal, mas ela se negou, insistimos para tirar uma fotos mas ela também se negou. Então insistimos pra gozar na boca dela e ... adivinha! Ela não teve como escapar! "Abre a boca, vai" dissemos a ela, e ela abria e esperava um tanto receosa o que estava por vir.
O “Pervertido” foi o primeiro e ela saiu correndo pro banheiro pra se lavar na pia... rss. Ficou traumatizada, "coitada"... e não quis deixar mais ninguém gozar na boca dela naquela noite.
A última notícia que o "Pervertido" teve da "meninha" é que ela tinha fugido pra capital atrás de um grande amor: uma dançarina de uns 18 aninhos por quem havia se apaixonado. Pois é, quem sabe um dia a gente não encontra a "meninha” e a dançarina.
6 de março de 2008
Prima chata
Quando era criança, fui perdidamente apaixonado por uma prima que era linda. Depois, passou, e acabei pegando uma irmã dela e comendo outra. kkkkkkkkkkkkk
Mas vou contar de outra prima minha. Não tem jeito melhor de chamá-la do que de "Paty". Apesar de bonita, a menina, alguns anos mais nova que eu, sempre foi muito chata. Birrenta, frescurenta, nojenta e tudo mais que possa terminar com "enta". E com "osa" também. :)
Num belo natal, minha namorada na época tinha ido passar o Natal em outra cidade enquanto meus tios, essa prima e seu irmão se hospedaram um dia lá em casa. A gente já tinha um carinho crescente a cada encontro, mas ninguém imaginava aonde isso podia chegar.
Cafuné aqui, mãos dadas ali, abraços na frente dos parentes, massagem antes de dormir... nada além do tolerado pelos tios de ambas as famílias. Mas as noites nas férias são mais compridas e, conforme adentramos nela, mais ficamos propensos a fazer loucuras. Dito e feito, de madrugada, arrastei a priminha linda de baby doll pra minha cama.
Virgem, com namoradinho na cidade dela. Ali, à mercê dos beijos do primo pelo corpinho bronzeado e cheiroso. Na hora H, comecei a tirar uma da cara do namorado dela: "Coitado do corninho! Namora a menina por tantos meses e agora ela vem aqui dar pro primo primeiro". A menina ficou brava e começou com frescura, o que só melhorou o clima.
Comi gostoso... e a priminha gostou. Tanto que, uma ou duas vezes por ano, quando nos encontramos, os amassos rolam naturalmente. E ela sempre me irritando com o jeito paty de ser. Na hora de comer, acabo sempre dizendo: "Você é muito chata, mas muito gostosa, prima safada". E ela faz beicinho: "Pare de falar assim". E toma rola! hehe
As primas safadas
Esse dia, fomos eu e ele conhecer duas primas. Uma de 21 anos e casada. A outra de 17 e namorando.
Era plena quarta-feira e lá estávamos os dois, às 3 da tarde, vendo as duas gostosas se aproximando num lugar afastado da cidadezinha vizinha à nossa. Eita, tem tanta mulher com fome de pica nessas cidades pequenas...
Antes de elas chegarem, já havíamos, pela silhueta, escolhido quem ia ficar com quem. Acabei com a mais nova e mais bonita. Ele, com a mais velha e mais gostosa e safada. Fazia um calor desgraçado e não estávamos completamente afastados pra podermos fazer o que queríamos ali, mas não ficamos nadinha frustrados. Despudoradamente, não perdemos tempo e quase comemos as duas ali dentro do carro mesmo.
Algumas semanas depois, estávamos os dois no ap do "Pervertido" quando reencontrei a priminha mais nova. Comi no sofá da sala, com meu amigo dentro do quarto. Nada de putaria, né! Respeito, poxa!
E o namorado? "Ai, me come e esquece aquele idiota", ela me dizia. Tudo bem, elas mandam e nós, cafajestes, só obedecemos...
Contato na balada
Uma bela tarde, fomos "Bom rapaz" e eu comprar ingressos pra um evento numa discoteca. A atendente era um avião e estava no escritório com um mini-shorts. Na hora eu pensei que, pra estar trabalhando daquele jeito, ou ela era a própria dona ou muito amiga dele(-a).
Deixando os ingressos de lado e resumindo, uma semana depois, a (como era o nome mesmo?)... vamos chamar de Claudinha, mesmo. Bem, a Claudinha confirmou que eu podia pegá-la no intervalo de almoço dela, à tarde. Era um sábado e eu tinha só duas horas sozinho em casa, enquanto meus pais estavam na igreja. Olha só o que eu estava aprontando em ver de estar rezando...
Eu nunca tinha conseguido sequer beijinhos da Claudinha e, até o momento em que ela entrou em casa, estava bem claro que não era pra eu imaginar nada além de sermos amigos.
Meia hora depois, boquete no chuveiro. Depois, lambida na xaninha na cama, papai e mamãe, metida de quatro, mais boquete... até que, depois de gozar gostoso, a loira me disse que eu merecia o cuzinho.
Uma das bundinhas mais perfeitas que já vi em toda minha vida. Quem nega? Cafajeste, não. Poucas mulheres gostam tanto de dar a bundinha como a Claudinha.
Quando a estava levando de volta pro trabalho, a loira ainda pediu pra eu parar o carro algumas quadras antes de chegarmos. Pensei que ela fosse descer ali, mas que nada. Só queria chupar mais um pouco o meu pau. E me fez prometer que ia comê-la de novo. Tudo bem, né? hehe
De quebra, a gostosa ainda liberava camarotes e outras regalias na balada pra mim e pros meus amigos. Definitivamente, um bom contato pra se ter na cidade.
"Eu não traio jamais"
Naquela noite, entretanto, ficou mais uma vez comprovado: na conversa, um homem é capaz de levar qualquer mulher pra cama. Com o namorado longe, independente do amor e compromisso entre os casais, mais cedo ou mais tarde, a "ocasião faz o ladrão".
Eu ficaria com dó do cara se a namorada dele não fosse tão quente. Ainda na sacada da casa onde ela estava hospedada, ela se sentou apoiada com os braços para atrás e deixou eu levantar seu vestido vermelho, abrindo as pernas compridas branquinhas e mostrando a calcinha ensopada. Com camisinha, comi ali mesmo, na sacada, em silêncio pra ninguém de dentro notar.
Na noite seguinte, ela foi dormir no meu ap. Eu dividia o quarto com um amigo e, no outro quarto, tinham duas outras pessoas. Então, assim que todos se retiraram depois da janta, ficamos eu e ela na cozinha. Ia ser ali mesmo.
A cena era pra ser mesmo inesquecível. Aquela loira com pose de ingênua que, dois dias antes, pregava a fidelidade eterna, estava agora de quatro na cadeira empinando a bunda pra eu meter do jeito que quisesse.
Comentei algo do namorado e ela nem ligou. Nessas horas, a gente testa a mulher com palavras pra saber que tipo de foda vai ser: lenta, cuidadosa, romântica, pervertida, com força ou até na porrada, mesmo.
Molhada e sentindo um pau novinho deslizando dentro dela, a safada estava pouco se lixando pro namorado. Foi aí que ela virou e, como se estivesse desesperada por um pau, me disse: "Fick mich!" - "me foda" em alemão.
Até fotos de nós dois nesse dia na cozinha eu guardei. Com os flashes da câmera depois de 10 segundos no automático, ela não se importou nem um pouco. E queria porque queria que eu mandasse as fotos pra ela. Só tinha que tomar cuidado pro namorado nunca ver a santinha de quatro na cozinha dando pra um "estranho" durante as férias...
A professora santinha
Ano passado me envolvi com uma professora particular do estado de SP. Além de beleza, inteligência, muita discrição e umas curvas deliciosas, a mulher tinha carisma. Todo mundo ao redor a prezava pela simpatia e pelo caráter.
Com 25 e casada havia dois anos. Esposa fiel...
Depois de nos conhecermos por uma semana, lá estava a senhora no meu quarto. Dos beijos ardentes até o zíper abaixado foi um pulo só. Nos primeiros segundos em que aquela belezura chupava meu pau, do nada, ela se revelou: "Me trate que nem uma puta, vai!"
Kkkkk! Quem diria, né? A resposta veio naturalmente, embalada pelo tesão: "É claro que eu vou te tratar que nem uma puta. Como que eu vou tratar uma professora safada que deixa o marido em casa pra ficar chupando rola dos outros deste jeito? Vamos, chupa mais, sua biscate (...)"
Ela me contou que o marido, apesar de também ser jovem, era muito "certinho" na cama. Tem gente que é assim: se apaixona e acha que só pode fazer amor; nunca mais dar uma boa trepada com a pessoa amada. Aí dá no que deu nesse caso. Mulher, pra se sentir completa, precisa ser amada, mas bem comida também. Sem uma boa rola, não adianta lero lero, carinho e segurança material.
Eu conhecia um colega dessa professora e era engraçado que o cara a achava uma tremenda gata, mas ele mesmo dizia: "Ah, mas ela é casada, fica com aquela aliançona no dedo e vive falando do marido. Nunca topa fazer nada com a turma, não dá brecha". E eu com vontade de contar pro cara: "É que ela sai da aula e vai lá pra casa, a professora santinha."
Detalhe: me apaixonei pela profe, mas nos afastamos geograficamente e, um dia, ela deixou de escrever. Nunca mais. Será que contou pro marido e prometeu nunca mais falar comigo? Ou um dia se olhou no espelho e ficou com vergonha de si mesma? Ou decidiu resistir de uma vez porque não podia mais ficar pensando em repetir a dose?
Currículo e carta de apresentação
Desde que perdi a virgindade (no dia mais feliz da minha vida, com quase 18 anos), já realizei praticamente todas as fantasias que passaram pelas minhas cabeças.
Já transei em vários lugares: escada, elevador, ônibus, trem, quintal, piscina, discoteca, sofá dos sogros e, é claro, em muitos carro. Já senti o gostinho do sexo proibido com vizinhas, bem e mal casadas, casada no escritório dela, secretária da casada, prima, prima de namorada, melhor amiga de namorada também, virgens de 15 aninhos e senhoras, chefe, colegas de trabalho, muitas clientes e alunas, várias amigas, esquemas de amigos e gatas de todos os cantos do mundo.
Também tive muitas namoradas. Geralmente, ótimas companhias, damas em público e ordinárias na cama, como os homens prezam e elas gostam.
Por outro lado, o que mais encontrei nesta vida foram mulheres safadas, que nem falam português direito, interesseiras e folgadas. Não reclamo, não. Geralmente, são ótimas de cama e tornam a vida de cafajestes como nós muito mais fácil.
Por mais que você se indigne comigo e me xingue de viado, lamento informar que jamais encostei em outro pipi. Porque não quis. Já sei o que você está dizendo e a resposta é "Não, obrigado."
Tenho três amigos que serão freqüentemente citados aqui. Todos brasileiros, saudáveis, bonitos, simpáticos, formados e cultos. Não falei que cafajestes se parecem com príncipes?
Além de mim, que levo o fardo de "cafajeste", tem o "alquimista", o "pervertido" e o "bom moço". Esses dois últimos são os que vivem mais próximos hoje em dia e representam também o maior contraste entre nós quatro. Enquanto o "pervertido" dedica uns 60% da vida às safadas e me coloca no chinelo em número e histórias pra contar, o "bom moço" é a ovelha negra da turma. Tentamos transformá-lo num cafajeste bem-sucedido, mas ele teima em ser bonzinho.
E, como você sabe, mulher não gosta de homem bonzinho. Por mais que acredita que goste, é sempre o mauzão, o tosco, o turrão ou o bom de papo e pegada que a faz passar tanto a mão no cabelo, sorrir e sentir as pernas tremerem.
É difícil escrever sobre estes assuntos sem deixar minha opinião evidente. Chame-me de machista, se irrite, esperneie, xinge nossas mães... Mas abra os olhos, meu amor. Conto histórias reais e você faz o seu julgamento.
Mande seu comentário, seu próprio relato ou sua reclamação pra mim que eu prometo me identificar ou me divertir com o que você tiver a dizer.
Bem-vindo(-a)!
