Conheci essa num bar da minha cidade. Ela tinha conhecido uma amiga minha durante uma viagem ao México e, assim que nos conhecemos, tratei de puxar assunto em espanhol e sobre a cidade em que ela tinha vivido e que eu também já havia visitado. Devagarzinho, o papo foi ficando mais restritivo e acabamos saindo da roda e ficando conversando a sós.
Ela ia dormir mais umas 2 noites na casa da amiga dela e o irmão da anfitriã, também parte da turma, estava doidinho pra dar umas alisadas na visita.
Aquela noite deu empate: eu fiquei com a atenção dela e ganhei o telefone e uma promessa de cineminha no dia seguinte... mas o cara era quem ia dormir com a menina na casa dele, né...
No dia seguinte, passei na casa da minha amiga pra pegar a mineira. Como ela estava gostosa de saia e chinelinho! Aquele sotaque me deixava doidinho e, quando nos sentamos dentro do cinema, nossas mãozinhas se juntaram.
"Ah, que história mais chata", você deve estar pensando. Calma... Você já comeu uma mulher dentro do cinema? Uma que não fosse sua namorada, ainda por cima?
Pois é. Sentou no meu colo, de frente pra tela e de costas pra mim, só afastando a calcinha. Sim, num daqueles momentos em que a gente diz "Dane-se a camisinha!"
Não foi por muito tempo, mas suficiente pra eu me deliciar com aquilo tudo e me dar conta de que eu estava vivendo um momento do qual eu jamais me esqueceria. Tanto que não me lembro do nome dela, muito menos do filme, mas ainda me recordo do rostinho redondo, dos seios gostosos, da bunda rebolando no meu p.
Quem já fez sabe como é.
Mas então, uns dias depois, encontrei o cara em cuja casa a mineira tinha ficado. Ele me contou que, na noite em que ela tinha ido ao cinema comigo, ele tinha tentado de tudo que é jeito, mas ela não tinha dado pra ele. Na última noite, porém, me disse que ela cedeu. Ou seja, terminamos no empate.
É claro que nós dois é que somos cafajestes, né? Ela, tadinha, vítima do assédio contínuo blablabla.
8 de agosto de 2008
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