13 de abril de 2010
21 de novembro de 2009
Bons vídeos: Homem vx mulher
O segundo é um curtinho pra rir mesmo.
23 de outubro de 2009
Férias no Brasil
Antes de ir, um amigo do meu trabalho estipulou uma meta pra mim: “Fulano, sua meta é comer cinco mulheres! Vamos ver se consegue isso em duas semanas.”
Um dia antes de voltar, eu tinha mandado um e-mail pra ele contando que não tinha conseguido. Até o ultimo dia na minha cidade-natal, só tinha chegado aos finalmente com quatro beldades – o que, sem ir ao motel, já era uma marca respeitável. Acontece que, na última noite, surgiu a G., uma professora universitária de 28 anos com quem eu nunca tinha passado dos beijinhos.
Nos falamos pelo msn e ela foi até o prédio onde eu estava ficando. Subimos rapidinho ao salão de festas e foi lá mesmo que nos atracamos, em pé. Delícia! No dia seguinte, peguei o avião com a sensação de missão cumprida e pronto pra encarar o frio daqui nos próximos meses. Durante o voo, a despedida do Brasil foi em alto estilo: nos amassos com a europeia sentada do meu lado.
4 de setembro de 2009
O que a israelense tanto queria
Antes de vir pra onde estou morando, eu estava já em outro país e trabalhava num lugar com muitos estrangeiros, principalmente jovens estudantes. A regra pra não me envolver com estudantes era clara, mas quando confiava nas mais irresistíveis e discretas, eu desafiava a sorte.
Com a israelense Shir, de 25 anos, eu ficava na dúvida – tanto se podia confiar nela quanto se as provocações da menina não eram só da boca pra fora. Afinal de contas, ela sempre intercalava as indiretas manhosas com discursos moralistas de quem namorava há 6 anos o mesmo (e único) cara.
Tá bom, ter namorado ou ser casada não significa absolutamente nada. Qualquer cafajeste (e falsa santa) sabe disso. Mas, na posição em que eu estava, não podia arriscar errar um tiro, por isso fiquei na minha.
A Shir ficou uns dois meses por lá e já tinha sossegado quando, na última semana, começou a provocar um pouco mais do que o normal. É típico: nos últimos dias, a mulher pensa no tempo que está perdendo sendo fiel e indo embora pra casa sem ter aproveitado pra fazer coisas “novas”.
Pois bem. Um dia, logo antes do almoço, a israelense veio até a minha mesa e ficou esbanjando aquele dengo todo, bem próxima a mim (eu sentado e ela em pé), com os peitinhos próximos ao meu rosto e aqueles cabelões lindos soltos, exalando perfume de mulher bem-cuidada.
“Você tem tempo pra falar comigo?”, perguntou. Respondi que sim, era só dizer, mas ela retrucou: “Aqui não. Pode me encontrar a duas quadras daqui, no lugar tal, no almoço?”
Fui, nos encontramos num lugar bonito, no porto, sob o sol, onde a safadinha me deu um beijo. O pipi acordou na hora e ditou o que eu ia repetindo pra ela: “Me encontre 15 minutos depois do final do meu expediente na esquina tal.”
Saí do trabalho, encontrei a Shir no tal lugar e fui andando com pressa com ela. “Aonde vamos?”, ela se fazia de tonta, logicamente já sabendo da resposta.
Chegamos na minha casa, subimos pro meu quarto e nos atracamos num beijo. Ela era baixinha e tinha um corpinho mignon daqueles que se encaixam em qualquer abraço. Segurando-a firmemente pela cintura, braços e pescoço, tirei parte de suas roupas enquanto a levava pro banheiro, ignorando seus “No”, “What are you doing” e “Wait”.
Coloquei-a em frente ao espelho, arriei minha calça, coloquei uma camisinha e segurei-a pelo cabelo, fazendo-a olhar pra frente. Com expressão de homem das cavernas, lhe disse: “Olha bem pro espelho. Você nunca vai esquecer desta cena.”
...
“É isto que você queria?” “Is that what what you wanted? Now take it!”
Depois daquele dia, fiquei na minha e continuei dando oi e tchau como se nadinha tivesse acontecido. Acho que ela ficou morrendo de vergonha (rs), mas que aproveitou, aproveitou. E me deu o e-mail dela antes de ir embora e voltar aos braços de mais um namorado que não tem ideia de como essas mulheres aprontam quando estão longe...
3 de setembro de 2009
Cunhadas
Tem mulher que fica surpresa ao descobrir que temos tesão pela irmã dela. Imagine então o choque que ela teria se descobrisse que não é só pela irmã dela, mas também pelas amigas, pelas primas, pelas vizinhas, pelas mulheres dos irmãos dela… e até pela mãe dela!
Uma vez, namorei a Renata, menina linda de 18 anos na época. Ficávamos muito na casa dela, vendo TV na sala. E a irmã dela, uns 5 anos mais velha e bem metidinha, estava sempre por lá.
Outro caso foi com uma estudante de Medicina que eu achava o máximo, tanto física quanto intelectualmente. Isso sem contar na química que, quando nos beijávamos, mostrava uma fórmula perfeita.
Meu caso atual (a loira do bumbum abaixo) tem só 21 aninhos, mas a irmã dela é uma verdadeira ninfetinha com 17. Primeiro, conheci as duas melhores amigas da minha gata e fiquei doido pra levar pelo menos uma delas junto conosco pra cama. Ainda não surgiu a oportunidade, mas minha “namorada” já autorizou.
30 de agosto de 2009
Unhas
24 de agosto de 2009
Minha gatinha
3 de agosto de 2009
Loirinha da parada do metrô
Ela tem 19 aninhos. Aninhos porque, aqui, as meninas de 20 são tão molecas quanto as brasileiras de 16 ou 17.
Fui pra uma discoteca em plena quarta-feira e, meia hora depois, decidi ir embora. Estava lá quietinho esperando o metrô quando não resisti e me meti na história das duas meninas que estavam sentadas ao meu lado. Uma delas, de mini-shorts, chinelinho e blusinha... e um chapéu! Bem estilosinha. A amiga a gente esquece.
Meia hora de papo e eu, com 28 anos, não estava mais a fim de ficar ali perdendo tempo. Dei o ultimato: "Vem comigo pra minha casa ou não?" Claro que, falando assim, dá a impressão de eu ser fodão, mas não é bem assim. Isso foi depois de meia hora de xaveco, claro...
Ela se decidiu e me seguiu. Lá fomos nós, a pé, cruzando uma ponte e tudo... na chuva ainda por cima! Sossegada a menina, um docinho, engraçada e tal. Chegamos em casa... MENINO(-A)..! O bicho pegou, eim!
Minha intenção era tirar nossas roupas pra irmos pro banho, mas o boquete dela me fez mudar de ideia. Você também mudaria. Acabamos nos divertindo muito e, só depois daquelas três posições básicas com muita empolgação, fomos pro chuveiro.
Na manhã seguinte, acordei e encontrei um bilhete lindinho e nenhuma outra pista da menina. Não precisei acordar pra preparar café da manhã ou ficar agradando, sabe? Ou seja, foi perfeito desde o começo até o fim. ;)
Piadinha machista boa
Sentados lado a lado, o marido e a mulher trocavam poucas palavras. Depois de meia hora, o burro que puxava a carroça tropeçou numa pedra e o homem disse:
_ Um.
A mulher só fez aquela expressão de incógnita e ficou quieta. Duas horas depois, o burro tropeçou novamente.
_ Dois _ disse o homem.
Uma hora mais tarde, o burro tropeçou mais uma vez. O homem parou a carroça, pegou a arma e atirou várias vezes na cabeça do animal, matando-o sem dó.
A mulher, depois de assistir assustada à cena, lhe perguntou:
_ Nooooossa, por que você fez isso?
_ Um...
11 de junho de 2009
O que nós humanos sabemos sobre o sexo oposto?
Desde cedo, nós homens aprendemos a conquistar as mulheres e a lutar por elas. Pra isso, precisamos conhecê-las, investigar e descobrir seus hábito, gostos e desejos. É assim que embarcamos numa infinita jornada em busca do entendimento da alma feminina.
Elas, por sua vez, aprendem desde cedo a escolher. Pra isso, não procuram necessariamente conhecer os homens e entender como nós realmente somos, o que sentimos e o que realmente apreciamos. Em vez disso, nos dão uma olhada por cima e nos classificam em suas listas estereotipadas nas colunas dos que ‘prestam’ e dos que ‘não prestam’.
Eu até concordo que homens conseguem ser muito turrões, estúpidos mesmo. Entretanto, mesmo os machos mais idiotas sabem que mulheres buscam proteção e carinho, que precisam constantemente de elogios (principalmente ligados à beleza física, sim), que se apegam progressivamente, que gostam de dividir as coisas materiais e experiências, que não são muito fãs de soluções práticas, que têm seu humor afetado por seus hormônios malucos, que adoram luxo (pra não dizer o óbvio) e vários outros ‘quês’.
As madames, por outro lado, nos subestimam com o simplismo de que homens são cafajestes – ponto. O engraçado é que, quanto mais seletiva a mulher é, menos parece que ela entende o sexo oposto. Na cabeça de várias delas (eu diria ‘a maioria’), homens são imaturos, gostam de briga, farra, esporte e bebida e, além disso, pensam o tempo todo em sexo. O que mais?
Enquanto nós, homens, passamos a vida inteira assimilando as baboseiras dos hormônios e anseios femininos, será que elas não são mesmo capazes de imaginar o que são a violência e o tesão à flor da pele que nós rapazes temos de subliminar todos os dias? O que seriam desses instintos sem a violência e competição do esporte, do mercado e dos jogos virtuais?
Será que elas não se dão conta de que somos simplesmente mais racionais e que, nos nossos relacionamentos, cedemos gentilmente ao romantismo delas? Que vida mais chata seria pensar em amor, amor, amor... se não pudéssemos dar uma boa foda?
5 de junho de 2009
Russas que não gostam de banho
É muito mais fácil superar desgraças rindo delas, não é mesmo? Essa coisa de mulher porquinha é uma delas.
Tive, recentemente, um probleminha com uma russa. Já é a segunda russa sujinha que aparece na minha vida desde que estou neste país. As outras duas até que eram limpinhas, gostosas, cheirosas e tudo mais. Mas essas outras duas, só gostosas...
Russa porquinha 01
Começamos um curso de dança. Toda sexta-feira às 19h, depois de um dia inteiro de trabalho. Na primeira aula, nos encontramos lá. Eu chegando de casa, de banho tomado; ela vindo direto do trabalho no banco.
Dançamos até umas 21h e fomos pra minha casa. Assim que chegamos, fui tomar banho e sugeri, quase mandando, que ela também fosse conhecer a minha ducha. Em vão. A teimosa queria porque queria ficar daquele jeito mesmo, com o suor secando no corpo. No meu sofá, depois em baixo da minha coberta, enquanto assistíamos a um filme.
“Tudo bem”, pensei. “Mas sexo não vai rolar”. E não corri o risco de avançar nos amassos.
Na semana seguinte, lá estávamos nós no curso de dança novamente. Tudo correu igual à sexta anterior, mas, desta vez, fomos à casa dela depois do suor todo.
Eu ainda quis passar na minha casa pra tomar o meu banho, comer alguma coisa e deixa-la pelo menos meia hora sozinha no apartamento dela, se preparando pra me receber.
Cheguei lá e notei de cara que ela não tinha se lavado. E lá fomos nós pro sofá da sala, ver filme. Dessa vez, até rolou uma massagenzinha mútua... e eu me perguntando: “Será que ela não se incomoda em não ter se lavado desde hoje cedo e eu estar agora tirando a roupa dela?”
Resumindo, os amassos foram mais ousados nessa noite e acabei dormindo com ela. Na mesma cama e tal, mas decidido: “Sem banho, não meto minha rola ali dentro nem F.!”
Não sei se ela entenderu, mas dormirmos e acordamos sem foda. Fui embora pra nunca mais voltar.
Russa porquinha 02
Essa é amiga de uma amiga minha. Foi tesão à primeira vista. Demorou muito pra me dar moral, depois o telefone e, por fim, ceder a um encontro. Fomos ao cinema numa terça à noite. Me arrumei e fiquei todo cheiroso, achando que ela faria o mesmo. Me enganei.
Na verdade, nem notei isso enquanto estávamos no cinema. Nos beijamos e acabamos descobrindo que tínhamos as mãos igualmente bobas. Fomos pra minha casa.
É uma coisa chatíssima de se contar, mas tenho que dizer: a menina tinha chulé. Não sei se era especificamente por causa do sapato daquela noite, mas foi meio constrangedor. Eu notava que ela tentava manter os pés meio distantes de mim, mas não tinha como. Afinal, íamos transar, né! E transamos. Naquele momento, o caso do pé era tão complicado que o cheiro que exalava do suor embaixo dos braços se tornou irrelevante. Dei um desconto e comi gostoso.
Acontece que, depois de satisfazer a curiosidade e de sentir o tesão se esvaicendo com o orgasmo, me dei conta de que não tinha como repetir aquilo a menos que eu tivesse certeza de que ela viria pra minha casa depois de sair do banho.
Isso foi há umas 3 semanas e só aconteceram desencontros depois disso. Um dia ela pode, mas estou ocupado ou não estou a fim. Outro dia eu chamo ela pra vir em casa e ela não responde. Ontem, finalmente, estava dando certo, até que ela mandou uma mensagem dizendo: “Estou saindo do trabalho agora e passo aí daqui a meia hora.” Isso às 21h! Ah nãããão! Respondi assim: “Sinto muito, mas agora já estou fazendo outra coisa.” PQP, como vou deixar a mulher vir dar assim, à noite, depois de um dia inteiro no trabalho, sem banho nem nada?
Acho que só tenho uma saída: convidá-la pra vir em casa numa manhã do final de semana. Aí, sim, sei que ela vai ter tomado um banhozinho horas antes. O que você acha? Alguma outra sugestão?
8 de maio de 2009
Espanhola exagerada
Estou morando há alguns anos meio longe do Brasil, por isso é provável que a muitas das próximas histórias tenham protagonistas estrangeiras, como a que passo a contar agora.Depois de uma semana de vários compromissos e pouco descanso, chegou finalmente a quinta-feira, véspera de feriado. Exausto, ainda fui à festa de aniversário de uma amiga.
Festinha legal com brigadeiro, beijinho e outras coisas brasileiras, além da multiculturalidade que pairava no ar. Alguns dos convidados eram espanhois e haviam chegado na noite anterior pra passarem o final de semana prolongado aqui na cidade.
Sem enrolar mais, paquerei a arquiteta espanhola e fiquei todo feliz por poder finalmente matar as saudades de uma bela bunda – coisa rara, diga-se de passagem, aqui neste país. No final da festa, os primeiros amassos famintos aconteceram já no elevador, enquanto esperávamos o resto do povo pra irmos pra uma discoteca.
Pulando a parte da discoteca, fomos pra minha casa. Legal, pensei. Apesar de cansadaço, estava empolgado pra ter aquele mulherão no meu AP e você sabe tudo mais que se pode esperar de uma noitada assim.
Chegamos e fomos direto pro banho – precaução de que não abro mão por estes lado do globo. Do banheiro pra cama foram uns pulinhos só e, minutos depois, era só gemidos e nhequenheque da cama no ar.
A mulher era impressionante! Muito prendada, sabendo usar bem as mãos, a boca e sua preciosa – muito gulosa, por sinal.
Os orgasmos vieram com naturalidade. Não sei por ingenuidade minha ou talento dela, mas os espasmos da mulher me fizeram acreditar que ela estava tendo um orgasmo atrás do outro. Principalmente depois que pediu pra eu falar o idioma daqui e, em seguida, quando descambei em xingá-la em espanhol, mesmo. ‘Puta’, ‘perra’ e outras dessas coisas que muita mulher, em qualquer parte do mundo e em qualquer língua adora ouvir. (Vai dizer que não?!)
Os tapas não demoraram a entrar em cena. Primeiro no bumbum, mas a mulher endoidou mesmo quando os levava na cara. Acabou apanhando muito. De vez em quando eu perguntava se doía, mas ela dizia que não. Quer dizer, não doer era impossível, mas a resposta era pra pergunta implícita: se ela queria que eu parasse. Esse tesão que muitas mulheres sentem em levar umas boas porradas me fascina. De onde será que vem esse desejo?
Enfim, chegou o momento em que, depois de 2 camisinhas judiadas, o sono já tinha espantado todo o tesão. Com o sol já enchendo o saco na janela, era finalmente hora de dormir.
Quatro horas depois, acordo do jeito que todos os homens adoram ser acordado. Ou quase todos, porque os que estão morrendo de sono não curtem isso muito, não. Tudo bem, depois de um minuto de um bom boquete, o mau humor passou e o amiguinho estava lá, todo faceiro, falando: “Me veste, me veste porque eu vou entrar lá!”
Tómale, tómale y tómale. Compatriota do cavaleiro Dom Quixote, minha nova ‘amiga’ exibia sua exímia habilidade em cavalgadas e continuava com aqueles espasmos e sorrisos de agradecimento que eu teimo em achar que eram, mesmo, orgasmos.
Você pode estar achando isto aqui engraçado, mas agora pense: a foda acabou de novo com um orgasmo meu. E tentei dormir de novo. Meia hora depois, veio a boquinha novamente. Aí o bestinha ali se levanta e fica pronto pra outra de novo... e quem se ferra sou eu. Mais uma. E, uma hora depois, mais outra. Na próxima vez, já às 3h da tarde, falei pra ela: “Escucha, yo no puedo pasar toda la noche y todo el día a joderte. Tienes de irte de mi casa porque está tarde, tengo otras cosas que hacer y estoy muerto.”
Depois dessa, ela se tocou. Fez as trouxinhas e se mandou, deixando o número do celular anotado sobre a mesa. Aquela sexta, fui pra cama às 10 da noite e, no dia seguinte, lá estavam as duas ligações não-atendidas. Acabou conseguindo meu número com a aniversariante e ficou ainda mandando mensagens até a segunda, quando foi embora.
Eu gostei da mulher e o sexo foi de altíssima qualidade, mas... Puxa, desconfiômetro também tem que existir pras coisas boas, né? Resultado: fiquei com aquela aversão que os homens conhecem bem e que é difícil de reverter. Com essa máquina de Madri, provavelmente nunca mais...
8 de agosto de 2008
Outra mineirinha
Ela ia dormir mais umas 2 noites na casa da amiga dela e o irmão da anfitriã, também parte da turma, estava doidinho pra dar umas alisadas na visita.
Aquela noite deu empate: eu fiquei com a atenção dela e ganhei o telefone e uma promessa de cineminha no dia seguinte... mas o cara era quem ia dormir com a menina na casa dele, né...
No dia seguinte, passei na casa da minha amiga pra pegar a mineira. Como ela estava gostosa de saia e chinelinho! Aquele sotaque me deixava doidinho e, quando nos sentamos dentro do cinema, nossas mãozinhas se juntaram.
"Ah, que história mais chata", você deve estar pensando. Calma... Você já comeu uma mulher dentro do cinema? Uma que não fosse sua namorada, ainda por cima?
Pois é. Sentou no meu colo, de frente pra tela e de costas pra mim, só afastando a calcinha. Sim, num daqueles momentos em que a gente diz "Dane-se a camisinha!"
Não foi por muito tempo, mas suficiente pra eu me deliciar com aquilo tudo e me dar conta de que eu estava vivendo um momento do qual eu jamais me esqueceria. Tanto que não me lembro do nome dela, muito menos do filme, mas ainda me recordo do rostinho redondo, dos seios gostosos, da bunda rebolando no meu p.
Quem já fez sabe como é.
Mas então, uns dias depois, encontrei o cara em cuja casa a mineira tinha ficado. Ele me contou que, na noite em que ela tinha ido ao cinema comigo, ele tinha tentado de tudo que é jeito, mas ela não tinha dado pra ele. Na última noite, porém, me disse que ela cedeu. Ou seja, terminamos no empate.
É claro que nós dois é que somos cafajestes, né? Ela, tadinha, vítima do assédio contínuo blablabla.
7 de julho de 2008
Argentina em Camboriú
Passei vários verões em Camboriú, SC. Num deles, me apaixonei por uma argentina linda, a Lorena. Na época, ficamos nos beijinhos e, mesmo quando fui visitá-la no país dela 6 meses depois, não passamos dos amassos frios.
Alguns anos depois, a menina já tinha se tornado uma mulher e me disse que voltaria finalmente pra Camboriú. Combinamos de nos encontrarmos. Eu ficaria na casa de uns amigos na praia, enquanto ela se hospedaria num hotel. Tínhamos 3 dias juntos pra aproveitar e é lógico que fui com a certeza de que, dessa vez, não perderíamos tempo.
Me enganei. Assim que nos reencontramos, sentimos a mesma atração, mas infelizmente uma coisa chata não tinha mudado nela: ela continuava cheia de querer, sabe? Cheia de nhen nhen nhen. E eu não gosto de mulher frescurenta.
O que aconteceu? Olha como homem não presta: vi que um outro grupo de argentinos hospedado no mesmo hotel tinha uma gata que se destacava. Na verdade, não era tão bonita quanto a Lorena, mas era gostosa demais.
Uma noite, fui com a Lorena a uma discoteca e encontrei o outro grupo lá. Na maior cara de pau, despistei minha acompanhante, abordei a outra argentina (Maria) e a arrastei até um canto onde nos atracamos num beijo interminável e apalpadas de tirar o fôlego.
Coitada da Lorena! Quimicamente, não chegava nem aos pés da compatriota.
Dois dias depois, voltei pra minha cidade satisfeito. Afinal de contas, o propósito da viagem tinha sido alcançado: sexo da melhor qualidade com palavrinhas sujas e gemidos em castellano. Não com a Lorena, mas com a Maria...
23 de maio de 2008
Ex-aluna pode
Teve uma época em que dei aulas particulares pra um grupo nos fundos de casa.
Dos quatro alunos, havia uma estudante de Direito bem gostosa, meio ruiva e alta. Ela era a mais interessada no assunto das aulas e, além de inteligentíssima, era aplicada. Tanto que logo criou o hábito de chegar mais cedo e ficar até mais tarde pra tirar dúvidas que não acabavam mais.
Só percebi que os interesses dela iam além das aulas quando meu próprio pai me chamou e disse: “Filho, você não está se envolvendo com alunas, né? Tome cuidado com essa menina!”
“Será que um mulherão desses quer alguma coisa comigo?”, foi a primeira coisa que eu pensei. Depois comecei a reparar mais. Realmente, não fazia sentido uma gata daquela ir pra aula no sábado à tarde equilibrando os 1,75m de gostosura num par de saltos, mostrando as pernas fortes e torneadas com shorts tão curtos... e com tanto perfume, além de outros detalhes de maquiagem etc. que homem tosco não percebe.
Pois é... em pouco tempo, ela notou que eu tinha sacado e, apesar de nunca avançarmos o sinal, ficou mutuamente entendido que ela, mmmm... e eu... mmm... entendeu? Era mais ou menos assim.
Finalmente, o santíssimo sábado-último-dia-de-aula chegou! Dois alunos se mudariam pra outra cidade e eu estava prestes a viajar por um longo tempo. Pra nos despedirmos, fomos a uma discoteca à noite.
De novo, vou encurtar os blablablás e continuar narrando no capítulo em que, no maior amasso dentro do carro na frente da casa dela, a ex-aluna me disse que os pais estavam viajando. Puts, perfeito!
Com a casa de dois andares todinha pra nós, eu só não imaginava que a primeira vez que eu sentiria aquele mulherão seria com ela de quatro no CHÃO da SALA!
Mas a estudante aplicada era uma rebelde na matéria de sexo. Gostava de selvageria, estocadas fortes e frases como “Sua safada, queria tanto dar pro professor, agora toma rola, toma!”.
O único problema eram os arranhões que ela dava, principalmente quando gozava. Naquela época eu era solteiro e não tinha problema, porém mais tarde, quando minha ex-aluna se tornou amante, as marcas das unhas dela me deixavam maluco de raiva.
Que idéia de cafajeste, né? Vê se pode reclamar disso!
Carona pra bêbada
Esta foi uma das histórias que mais me deram dor de cabeça. Não que tenha sido algo muito grave, mas foi uma das poucas sacanagens que fiz e foram descobertas por uma namorada.
Eu estava voltando de um bar quando vi uma morena minhonzinho de calça jeans e blusinha andando descalça, segurando as sandálias de salto na mão, numa rua escura.
Parei o carro um pouco à frente e desci pra ver o que ela fazia perdida por ali. É verdade que a mocinha de 18 anos estava alegrinha, mas não dá pra dizer que estava bebaça, sabe?
Ela já tinha caminhado uns 3 km do centro até aquele bairro e, quando contou aonde estava indo, fiquei abismado. Se ela não aceitasse uma carona minha, pelo menos um táxi eu pagaria.
Ela preferiu a carona.
Juro que, quando entrou, eu só pensava em deixá-la sã e salva no seu destino. Aí, papo vem, papo vai, fiquei sabendo que a gata era de outro estado e que já tinha uma filhinha. Com 18 anos e já mamãe... pelo menos virgem ou boba eu vi que não era.
Você pode estar imaginando-a uma dessas caipiras que se acabam cedo e ficam logo feiosas e gordas. Mas a minha passageira não era assim, não.
Tinha o rosto delicado, nariz fininho e lábios bem modelados, carnudos. Olhinhos bem-feitos e cabelos bem-cuidados.
Numa dessas indiretas que homens safados não perdem oportunidade de dar, percebi um sinal verde e quase mudei de trajeto. Em vez de rumar pra um motel, no entanto, só parei o carro e ficamos nos beijando por pouco tempo. Motivo? Oficialmente, foi a menstruação, mas acho que era forçar um pouco demais a barra...
Logo dei a partida novamente e, em poucos minutos, chegamos à casa da tia dela. Era pra ficar só nisso, mas ela mesma decidiu mostrar sua gratidão pela carona de uma forma mais especial.
Boquete.
Molhado, experiente e com aquele gostinho a mais pela situação. Ver uma mulher totalmente estranha, gata, no seu carro e chupando o seu pau é bom demais! Saiu sem nem dizer o nome. E nem me lembro da rua.
Como minha namorada ficou sabendo? Voltando pra casa, encontrei um amigo na rua e contei empolgadíssimo pra ele. Semanas depois, descobri que o FDP era apaixonado pela minha namorada... que virou ex depois dessa.
"Mais forrrte!"
A mineira foi, segundo o “Bom Moço”, talvez a melhor que já peguei. De certa forma, concordo. Mas não puramente por causa da beleza que a moça tinha – principalmente pelo belíssimo traseiro e pelos cabelos maravilhosos. Era seu jeito genioso, teimoso, difícil e charmoso que a valorizava mais e me deixou louco pra conquistá-la.
A belezura tinha se mudado pro meu estado alguns meses antes de eu conhecê-la. Estudante de cursinho, ela trabalhava algumas noites num bar que eu freqüentava com assiduidade na minha cidade e foi lá que a encontrei.
Eu tentava, mas ela não me dava muita atenção. Pelo menos, aparentemente, os outros homens também não recebiam nenhum tratamento especial. Uma noite, pedi seu telefone. Com um jeito encantador de menina teimosa, ela me disse que, se eu realmente estivesse interessado, eu deveria voltar na semana seguinte, numa quarta-feira.
Imagino como ela deve ter se sentido quando, na quarta-seguinte, com o bar lotado e sem ter me visto, ela recebeu um recado de um garçom, dizendo: “Vim aqui pra buscar o que você me deve.”
Encurtando os blablablás, uma bela noite a mineirinha foi dormir lá em casa. QUE BUN DA! Céus, só quem já teve pra si uma bundona redondinha, dura e bronzeada apertada com calcinhas pequenininhas sabe o que se sente quando se lembra de algo assim. É o que estou sentindo agora.
Está na cara que fiquei fissurado por aquela parte do corpo da pequena deusa de 19 aninhos. Pra melhorar, a menina gostava de ficar de costas pra levar rola. QUE DE LÍ CIA era enfiar o pau todinho ali vendo aquelas pernas, costas e cabelos ondulados!
E isso ainda não era tudo. O melhor que aquela mineira linda deixou na lembrança era que, nem na hora em que estava sendo comida, ela se deixava dominar.
O resultado é que, segurada pelos cabelos e encostada em pé na parede, de quatro na cama ou sentada no meu colo, ela dizia, com aquele sotaque puxado e jeito dengoso e provocador: “Mais forrrte! Me come, me come mais forrrte! Mais forrrte, vai! Foóóórrrrrte!”
22 de maio de 2008
A falsa crente
Durante mais de um ano, fiquei de olho naquela loira de olhos verdes e cabelos lisos até a cintura que circulava no meu bairro, próximo a uma universidade.
A saia até os joelhos e o comprimento do cabelo não deixava dúvidas: aquela beldade toda era um desperdício de crente. Mesmo assim, quando ela passava, eu não escondia que estava babando pelas suas curvas. Principalmente pelas pernas maravilhosas e os pés bem cuidados que ela fazia questão de desfilar em sandálias de saltos altos.
De nariz empinado e olhar centrado sempre pra frente, ela nunca me deu bola. Por anos.
Até que um dia resolvi aproveitar que já estava de boca aberta e falei alguma coisa enquanto ela passava.
A cantada não tem segredo; basta ser sincera. Pois eu disse pra ela isto que você leu até agora. Com os detalhes das pernas e dos pés lindos, da saia e do cabelo de crente e tudo mais.
Ganhei um número de telefone e, no dia seguinte, acho, um encontro num barzinho.
Ela estava maravilhosa, porém, com uma amiga. Quando percebi que a amiga não era boa companhia, entretanto, fiquei aliviado. “Afinal de contas, pode ser que esta beldade não tenha muito de crente, não”, pensei.
Rolaram uns beijinhos, mas só fora do bar, meio às escondidas.
Puxa, que história mais chata, né? Calma que está só começando...
A tal mulher não era crente coisa nenhuma, mas os pais eram e ela, como boa filhota, ainda usava aquelas roupas pra agradá-los.
Em pouco tempo me acostumei com o corte das saias dela, principalmente depois de ser apresentado às lingeries que ela usava por baixo.
A menina, cujo nome eu morro de vontade de escrever aqui, tinha um corpo fenomenal. Uma bunda esculpida que nascia depois de uma cintura bem apertadinha... e acompanhada por lindas pernas fortes e torneadas, de mulher reprodutora, como macho consegue farejar. Rostinho, seios e xaninha no mesmo nível: A. E tudo cheiroso.
O que me fez vir contar sobre ela aqui, no entanto, não foi o seu corpo nem a surpresa de descobrir que ela não era crente coisa nenhuma. O verdadeiro motivo foi o boquete que ela fazia.
Isso não é questão de prática. Acho que tem mulheres que nascem com o dom, mesmo, como beijar, escrever, correr, saltar. Pois a fulana tinha nascido com o dom de chupar rola.
Ela não tinha apenas a boca macia. Ela também sabia impor o ritmo certo, sincronizava os movimentos das línguas e dos lábios com os das mãos. Mantinha, com classe, todos aqueles cabelões afastados do rosto e parecia que sabia até a hora de chupar longamente de olhos fechados e o momento de abrir os olhos e olhar pra mim com aquela cara de puta que todo homem adora.
Parece mentira, mas isto ainda não era tudo. A falsa crente não fazia frescura. Chupava meu pau no carro, na garagem sem medo de me fazer feliz.
Na última vez que fomos ao motel, ainda lhe disse: “Você deveria dar aulas pra maioria das mulheres aprenderem como se chupa um pau”.


