30 de agosto de 2009
Unhas
Sempre prestei muita atenção às unhas e aos cabelos das mulheres. Não pela cor do esmalte nem pelo comprimento dos fios, mas por alguma avaliação da genética feminina que eu não sabia explicar. Agora ficou mais fácil entender lendo este artigo.
24 de agosto de 2009
Minha gatinha
3 de agosto de 2009
Loirinha da parada do metrô
Passei um mês em outra cidade deste país onde estou. É chato fazer misteriozinho assim, mas é pro bem de todos hehe. Apesar de passar um mês longe de casa, não passei fome e é sobre uma dessas "comidas" que vou contar agora.
Ela tem 19 aninhos. Aninhos porque, aqui, as meninas de 20 são tão molecas quanto as brasileiras de 16 ou 17.
Fui pra uma discoteca em plena quarta-feira e, meia hora depois, decidi ir embora. Estava lá quietinho esperando o metrô quando não resisti e me meti na história das duas meninas que estavam sentadas ao meu lado. Uma delas, de mini-shorts, chinelinho e blusinha... e um chapéu! Bem estilosinha. A amiga a gente esquece.
Meia hora de papo e eu, com 28 anos, não estava mais a fim de ficar ali perdendo tempo. Dei o ultimato: "Vem comigo pra minha casa ou não?" Claro que, falando assim, dá a impressão de eu ser fodão, mas não é bem assim. Isso foi depois de meia hora de xaveco, claro...
Ela se decidiu e me seguiu. Lá fomos nós, a pé, cruzando uma ponte e tudo... na chuva ainda por cima! Sossegada a menina, um docinho, engraçada e tal. Chegamos em casa... MENINO(-A)..! O bicho pegou, eim!
Minha intenção era tirar nossas roupas pra irmos pro banho, mas o boquete dela me fez mudar de ideia. Você também mudaria. Acabamos nos divertindo muito e, só depois daquelas três posições básicas com muita empolgação, fomos pro chuveiro.
Na manhã seguinte, acordei e encontrei um bilhete lindinho e nenhuma outra pista da menina. Não precisei acordar pra preparar café da manhã ou ficar agradando, sabe? Ou seja, foi perfeito desde o começo até o fim. ;)
Ela tem 19 aninhos. Aninhos porque, aqui, as meninas de 20 são tão molecas quanto as brasileiras de 16 ou 17.
Fui pra uma discoteca em plena quarta-feira e, meia hora depois, decidi ir embora. Estava lá quietinho esperando o metrô quando não resisti e me meti na história das duas meninas que estavam sentadas ao meu lado. Uma delas, de mini-shorts, chinelinho e blusinha... e um chapéu! Bem estilosinha. A amiga a gente esquece.
Meia hora de papo e eu, com 28 anos, não estava mais a fim de ficar ali perdendo tempo. Dei o ultimato: "Vem comigo pra minha casa ou não?" Claro que, falando assim, dá a impressão de eu ser fodão, mas não é bem assim. Isso foi depois de meia hora de xaveco, claro...
Ela se decidiu e me seguiu. Lá fomos nós, a pé, cruzando uma ponte e tudo... na chuva ainda por cima! Sossegada a menina, um docinho, engraçada e tal. Chegamos em casa... MENINO(-A)..! O bicho pegou, eim!
Minha intenção era tirar nossas roupas pra irmos pro banho, mas o boquete dela me fez mudar de ideia. Você também mudaria. Acabamos nos divertindo muito e, só depois daquelas três posições básicas com muita empolgação, fomos pro chuveiro.
Na manhã seguinte, acordei e encontrei um bilhete lindinho e nenhuma outra pista da menina. Não precisei acordar pra preparar café da manhã ou ficar agradando, sabe? Ou seja, foi perfeito desde o começo até o fim. ;)
Piadinha machista boa
Muito tempo atrás, um casal se casou sem se conhecer antes. Depois da festa, saíram, de carroça, em viagem.
Sentados lado a lado, o marido e a mulher trocavam poucas palavras. Depois de meia hora, o burro que puxava a carroça tropeçou numa pedra e o homem disse:
_ Um.
A mulher só fez aquela expressão de incógnita e ficou quieta. Duas horas depois, o burro tropeçou novamente.
_ Dois _ disse o homem.
Uma hora mais tarde, o burro tropeçou mais uma vez. O homem parou a carroça, pegou a arma e atirou várias vezes na cabeça do animal, matando-o sem dó.
A mulher, depois de assistir assustada à cena, lhe perguntou:
_ Nooooossa, por que você fez isso?
_ Um...
Sentados lado a lado, o marido e a mulher trocavam poucas palavras. Depois de meia hora, o burro que puxava a carroça tropeçou numa pedra e o homem disse:
_ Um.
A mulher só fez aquela expressão de incógnita e ficou quieta. Duas horas depois, o burro tropeçou novamente.
_ Dois _ disse o homem.
Uma hora mais tarde, o burro tropeçou mais uma vez. O homem parou a carroça, pegou a arma e atirou várias vezes na cabeça do animal, matando-o sem dó.
A mulher, depois de assistir assustada à cena, lhe perguntou:
_ Nooooossa, por que você fez isso?
_ Um...
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