11 de junho de 2009

O que nós humanos sabemos sobre o sexo oposto?

Desde cedo, nós homens aprendemos a conquistar as mulheres e a lutar por elas. Pra isso, precisamos conhecê-las, investigar e descobrir seus hábito, gostos e desejos. É assim que embarcamos numa infinita jornada em busca do entendimento da alma feminina.


É claro que, independente de quão impenhados nós somos, com as diferentes fontes de conhecimento teórico e as também variadas experiências práticas, não conseguimos jamais entender as mulheres completamente. Mas chegamos bem perto disso.


Elas, por sua vez, aprendem desde cedo a escolher. Pra isso, não procuram necessariamente conhecer os homens e entender como nós realmente somos, o que sentimos e o que realmente apreciamos. Em vez disso, nos dão uma olhada por cima e nos classificam em suas listas estereotipadas nas colunas dos que ‘prestam’ e dos que ‘não prestam’.


Eu até concordo que homens conseguem ser muito turrões, estúpidos mesmo. Entretanto, mesmo os machos mais idiotas sabem que mulheres buscam proteção e carinho, que precisam constantemente de elogios (principalmente ligados à beleza física, sim), que se apegam progressivamente, que gostam de dividir as coisas materiais e experiências, que não são muito fãs de soluções práticas, que têm seu humor afetado por seus hormônios malucos, que adoram luxo (pra não dizer o óbvio) e vários outros ‘quês’.


As madames, por outro lado, nos subestimam com o simplismo de que homens são cafajestes – ponto. O engraçado é que, quanto mais seletiva a mulher é, menos parece que ela entende o sexo oposto. Na cabeça de várias delas (eu diria ‘a maioria’), homens são imaturos, gostam de briga, farra, esporte e bebida e, além disso, pensam o tempo todo em sexo. O que mais?


Enquanto nós, homens, passamos a vida inteira assimilando as baboseiras dos hormônios e anseios femininos, será que elas não são mesmo capazes de imaginar o que são a violência e o tesão à flor da pele que nós rapazes temos de subliminar todos os dias? O que seriam desses instintos sem a violência e competição do esporte, do mercado e dos jogos virtuais?


Será que elas não se dão conta de que somos simplesmente mais racionais e que, nos nossos relacionamentos, cedemos gentilmente ao romantismo delas? Que vida mais chata seria pensar em amor, amor, amor... se não pudéssemos dar uma boa foda?

5 de junho de 2009

Russas que não gostam de banho

É muito mais fácil superar desgraças rindo delas, não é mesmo? Essa coisa de mulher porquinha é uma delas.


Tive, recentemente, um probleminha com uma russa. Já é a segunda russa sujinha que aparece na minha vida desde que estou neste país. As outras duas até que eram limpinhas, gostosas, cheirosas e tudo mais. Mas essas outras duas, só gostosas...


Russa porquinha 01

Começamos um curso de dança. Toda sexta-feira às 19h, depois de um dia inteiro de trabalho. Na primeira aula, nos encontramos lá. Eu chegando de casa, de banho tomado; ela vindo direto do trabalho no banco.


Dançamos até umas 21h e fomos pra minha casa. Assim que chegamos, fui tomar banho e sugeri, quase mandando, que ela também fosse conhecer a minha ducha. Em vão. A teimosa queria porque queria ficar daquele jeito mesmo, com o suor secando no corpo. No meu sofá, depois em baixo da minha coberta, enquanto assistíamos a um filme.


“Tudo bem”, pensei. “Mas sexo não vai rolar”. E não corri o risco de avançar nos amassos.


Na semana seguinte, lá estávamos nós no curso de dança novamente. Tudo correu igual à sexta anterior, mas, desta vez, fomos à casa dela depois do suor todo.


Eu ainda quis passar na minha casa pra tomar o meu banho, comer alguma coisa e deixa-la pelo menos meia hora sozinha no apartamento dela, se preparando pra me receber.


Cheguei lá e notei de cara que ela não tinha se lavado. E lá fomos nós pro sofá da sala, ver filme. Dessa vez, até rolou uma massagenzinha mútua... e eu me perguntando: “Será que ela não se incomoda em não ter se lavado desde hoje cedo e eu estar agora tirando a roupa dela?”


Resumindo, os amassos foram mais ousados nessa noite e acabei dormindo com ela. Na mesma cama e tal, mas decidido: “Sem banho, não meto minha rola ali dentro nem F.!”


Não sei se ela entenderu, mas dormirmos e acordamos sem foda. Fui embora pra nunca mais voltar.


Russa porquinha 02

Essa é amiga de uma amiga minha. Foi tesão à primeira vista. Demorou muito pra me dar moral, depois o telefone e, por fim, ceder a um encontro. Fomos ao cinema numa terça à noite. Me arrumei e fiquei todo cheiroso, achando que ela faria o mesmo. Me enganei.


Na verdade, nem notei isso enquanto estávamos no cinema. Nos beijamos e acabamos descobrindo que tínhamos as mãos igualmente bobas. Fomos pra minha casa.


É uma coisa chatíssima de se contar, mas tenho que dizer: a menina tinha chulé. Não sei se era especificamente por causa do sapato daquela noite, mas foi meio constrangedor. Eu notava que ela tentava manter os pés meio distantes de mim, mas não tinha como. Afinal, íamos transar, né! E transamos. Naquele momento, o caso do pé era tão complicado que o cheiro que exalava do suor embaixo dos braços se tornou irrelevante. Dei um desconto e comi gostoso.


Acontece que, depois de satisfazer a curiosidade e de sentir o tesão se esvaicendo com o orgasmo, me dei conta de que não tinha como repetir aquilo a menos que eu tivesse certeza de que ela viria pra minha casa depois de sair do banho.


Isso foi há umas 3 semanas e só aconteceram desencontros depois disso. Um dia ela pode, mas estou ocupado ou não estou a fim. Outro dia eu chamo ela pra vir em casa e ela não responde. Ontem, finalmente, estava dando certo, até que ela mandou uma mensagem dizendo: “Estou saindo do trabalho agora e passo aí daqui a meia hora.” Isso às 21h! Ah nãããão! Respondi assim: “Sinto muito, mas agora já estou fazendo outra coisa.” PQP, como vou deixar a mulher vir dar assim, à noite, depois de um dia inteiro no trabalho, sem banho nem nada?


Acho que só tenho uma saída: convidá-la pra vir em casa numa manhã do final de semana. Aí, sim, sei que ela vai ter tomado um banhozinho horas antes. O que você acha? Alguma outra sugestão?