4 de setembro de 2009

O que a israelense tanto queria

Antes de vir pra onde estou morando, eu estava já em outro país e trabalhava num lugar com muitos estrangeiros, principalmente jovens estudantes. A regra pra não me envolver com estudantes era clara, mas quando confiava nas mais irresistíveis e discretas, eu desafiava a sorte.


Com a israelense Shir, de 25 anos, eu ficava na dúvida – tanto se podia confiar nela quanto se as provocações da menina não eram só da boca pra fora. Afinal de contas, ela sempre intercalava as indiretas manhosas com discursos moralistas de quem namorava há 6 anos o mesmo (e único) cara.


Tá bom, ter namorado ou ser casada não significa absolutamente nada. Qualquer cafajeste (e falsa santa) sabe disso. Mas, na posição em que eu estava, não podia arriscar errar um tiro, por isso fiquei na minha.


A Shir ficou uns dois meses por lá e já tinha sossegado quando, na última semana, começou a provocar um pouco mais do que o normal. É típico: nos últimos dias, a mulher pensa no tempo que está perdendo sendo fiel e indo embora pra casa sem ter aproveitado pra fazer coisas “novas”.


Pois bem. Um dia, logo antes do almoço, a israelense veio até a minha mesa e ficou esbanjando aquele dengo todo, bem próxima a mim (eu sentado e ela em pé), com os peitinhos próximos ao meu rosto e aqueles cabelões lindos soltos, exalando perfume de mulher bem-cuidada.


“Você tem tempo pra falar comigo?”, perguntou. Respondi que sim, era só dizer, mas ela retrucou: “Aqui não. Pode me encontrar a duas quadras daqui, no lugar tal, no almoço?”


Fui, nos encontramos num lugar bonito, no porto, sob o sol, onde a safadinha me deu um beijo. O pipi acordou na hora e ditou o que eu ia repetindo pra ela: “Me encontre 15 minutos depois do final do meu expediente na esquina tal.”


Saí do trabalho, encontrei a Shir no tal lugar e fui andando com pressa com ela. “Aonde vamos?”, ela se fazia de tonta, logicamente já sabendo da resposta.


Chegamos na minha casa, subimos pro meu quarto e nos atracamos num beijo. Ela era baixinha e tinha um corpinho mignon daqueles que se encaixam em qualquer abraço. Segurando-a firmemente pela cintura, braços e pescoço, tirei parte de suas roupas enquanto a levava pro banheiro, ignorando seus “No”, “What are you doing” e “Wait”.


Coloquei-a em frente ao espelho, arriei minha calça, coloquei uma camisinha e segurei-a pelo cabelo, fazendo-a olhar pra frente. Com expressão de homem das cavernas, lhe disse: “Olha bem pro espelho. Você nunca vai esquecer desta cena.”


...


“É isto que você queria?” “Is that what what you wanted? Now take it!”


Depois daquele dia, fiquei na minha e continuei dando oi e tchau como se nadinha tivesse acontecido. Acho que ela ficou morrendo de vergonha (rs), mas que aproveitou, aproveitou. E me deu o e-mail dela antes de ir embora e voltar aos braços de mais um namorado que não tem ideia de como essas mulheres aprontam quando estão longe...

3 de setembro de 2009

Sábia campanha

Cunhadas

Tem mulher que fica surpresa ao descobrir que temos tesão pela irmã dela. Imagine então o choque que ela teria se descobrisse que não é só pela irmã dela, mas também pelas amigas, pelas primas, pelas vizinhas, pelas mulheres dos irmãos dela… e até pela mãe dela!


Caso 1

Uma vez, namorei a Renata, menina linda de 18 anos na época. Ficávamos muito na casa dela, vendo TV na sala. E a irmã dela, uns 5 anos mais velha e bem metidinha, estava sempre por lá.


Puts, me lembro como se fosse ontem! A Renata era praticamente perfeita, tinha cada pedacinho do corpo lindo, era uma maravilha na cama… mas era foda segurar o tesão pela irmã dela, que ficava com shortinhos e descalça no sofá ao lado.


Caso 2

Outro caso foi com uma estudante de Medicina que eu achava o máximo, tanto física quanto intelectualmente. Isso sem contar na química que, quando nos beijávamos, mostrava uma fórmula perfeita.


Não chegamos a “namorar firme”, mas tudo acabou um dia em que ela, depois de falar tanto na irmã mais nova (de 17 anos), me mostrou umas fotos da tal irmã. Era linda! E tinha uns peitos divinos!


Juro: me segurei pra não pedir o telefone ou msn da cunhada e resolvi juntar todas as migalhas de ética que eu tinha espalhada pela minha consciência e me afastar da menina de vez.


Ela jamais vai descobrir por que nunca mais fiquei com ela, mas não tinha mesmo como continuar ficando com ela e fantasiando em conhecer e destruir a irmazinha um dia…


Caso 3

Meu caso atual (a loira do bumbum abaixo) tem só 21 aninhos, mas a irmã dela é uma verdadeira ninfetinha com 17. Primeiro, conheci as duas melhores amigas da minha gata e fiquei doido pra levar pelo menos uma delas junto conosco pra cama. Ainda não surgiu a oportunidade, mas minha “namorada” já autorizou.


Depois, conheci finalmente a cunhadinha. Também loirinha, um pouco cheinha, com umas bochechas gostosas de apertar… imagine então a bunda e os peitos!


No dia em que encontrei a irmã dela pela primeira vez, voltamos pra casa e comi minha gata com muito tesão. Óbvio que ela percebeu e foi dando corda… até que eu perguntei se podia continuar transando imaginando que estava com outra. Ela disse que sim e não perguntou quem. Nem precisava.


Aquele dia, gozei como se estivesse com minha cunhadinha, com o consentimento da namorada. Que delícia! Que fim será que vai ter esta história?