23 de maio de 2008

Ex-aluna pode

Teve uma época em que dei aulas particulares pra um grupo nos fundos de casa.


Dos quatro alunos, havia uma estudante de Direito bem gostosa, meio ruiva e alta. Ela era a mais interessada no assunto das aulas e, além de inteligentíssima, era aplicada. Tanto que logo criou o hábito de chegar mais cedo e ficar até mais tarde pra tirar dúvidas que não acabavam mais.


Só percebi que os interesses dela iam além das aulas quando meu próprio pai me chamou e disse: “Filho, você não está se envolvendo com alunas, né? Tome cuidado com essa menina!”


“Será que um mulherão desses quer alguma coisa comigo?”, foi a primeira coisa que eu pensei. Depois comecei a reparar mais. Realmente, não fazia sentido uma gata daquela ir pra aula no sábado à tarde equilibrando os 1,75m de gostosura num par de saltos, mostrando as pernas fortes e torneadas com shorts tão curtos... e com tanto perfume, além de outros detalhes de maquiagem etc. que homem tosco não percebe.


Pois é... em pouco tempo, ela notou que eu tinha sacado e, apesar de nunca avançarmos o sinal, ficou mutuamente entendido que ela, mmmm... e eu... mmm... entendeu? Era mais ou menos assim.


Finalmente, o santíssimo sábado-último-dia-de-aula chegou! Dois alunos se mudariam pra outra cidade e eu estava prestes a viajar por um longo tempo. Pra nos despedirmos, fomos a uma discoteca à noite.


De novo, vou encurtar os blablablás e continuar narrando no capítulo em que, no maior amasso dentro do carro na frente da casa dela, a ex-aluna me disse que os pais estavam viajando. Puts, perfeito!


Com a casa de dois andares todinha pra nós, eu só não imaginava que a primeira vez que eu sentiria aquele mulherão seria com ela de quatro no CHÃO da SALA!


Mas a estudante aplicada era uma rebelde na matéria de sexo. Gostava de selvageria, estocadas fortes e frases como “Sua safada, queria tanto dar pro professor, agora toma rola, toma!”.


O único problema eram os arranhões que ela dava, principalmente quando gozava. Naquela época eu era solteiro e não tinha problema, porém mais tarde, quando minha ex-aluna se tornou amante, as marcas das unhas dela me deixavam maluco de raiva.


Que idéia de cafajeste, né? Vê se pode reclamar disso!

Carona pra bêbada

Esta foi uma das histórias que mais me deram dor de cabeça. Não que tenha sido algo muito grave, mas foi uma das poucas sacanagens que fiz e foram descobertas por uma namorada.


Eu estava voltando de um bar quando vi uma morena minhonzinho de calça jeans e blusinha andando descalça, segurando as sandálias de salto na mão, numa rua escura.


Parei o carro um pouco à frente e desci pra ver o que ela fazia perdida por ali. É verdade que a mocinha de 18 anos estava alegrinha, mas não dá pra dizer que estava bebaça, sabe?


Ela já tinha caminhado uns 3 km do centro até aquele bairro e, quando contou aonde estava indo, fiquei abismado. Se ela não aceitasse uma carona minha, pelo menos um táxi eu pagaria.


Ela preferiu a carona.


Juro que, quando entrou, eu só pensava em deixá-la sã e salva no seu destino. Aí, papo vem, papo vai, fiquei sabendo que a gata era de outro estado e que já tinha uma filhinha. Com 18 anos e já mamãe... pelo menos virgem ou boba eu vi que não era.


Você pode estar imaginando-a uma dessas caipiras que se acabam cedo e ficam logo feiosas e gordas. Mas a minha passageira não era assim, não.


Tinha o rosto delicado, nariz fininho e lábios bem modelados, carnudos. Olhinhos bem-feitos e cabelos bem-cuidados.


Numa dessas indiretas que homens safados não perdem oportunidade de dar, percebi um sinal verde e quase mudei de trajeto. Em vez de rumar pra um motel, no entanto, só parei o carro e ficamos nos beijando por pouco tempo. Motivo? Oficialmente, foi a menstruação, mas acho que era forçar um pouco demais a barra...


Logo dei a partida novamente e, em poucos minutos, chegamos à casa da tia dela. Era pra ficar só nisso, mas ela mesma decidiu mostrar sua gratidão pela carona de uma forma mais especial.


Boquete.


Molhado, experiente e com aquele gostinho a mais pela situação. Ver uma mulher totalmente estranha, gata, no seu carro e chupando o seu pau é bom demais! Saiu sem nem dizer o nome. E nem me lembro da rua.


Como minha namorada ficou sabendo? Voltando pra casa, encontrei um amigo na rua e contei empolgadíssimo pra ele. Semanas depois, descobri que o FDP era apaixonado pela minha namorada... que virou ex depois dessa.

"Mais forrrte!"

A mineira foi, segundo o “Bom Moço”, talvez a melhor que já peguei. De certa forma, concordo. Mas não puramente por causa da beleza que a moça tinha – principalmente pelo belíssimo traseiro e pelos cabelos maravilhosos. Era seu jeito genioso, teimoso, difícil e charmoso que a valorizava mais e me deixou louco pra conquistá-la.


A belezura tinha se mudado pro meu estado alguns meses antes de eu conhecê-la. Estudante de cursinho, ela trabalhava algumas noites num bar que eu freqüentava com assiduidade na minha cidade e foi lá que a encontrei.


Eu tentava, mas ela não me dava muita atenção. Pelo menos, aparentemente, os outros homens também não recebiam nenhum tratamento especial. Uma noite, pedi seu telefone. Com um jeito encantador de menina teimosa, ela me disse que, se eu realmente estivesse interessado, eu deveria voltar na semana seguinte, numa quarta-feira.


Imagino como ela deve ter se sentido quando, na quarta-seguinte, com o bar lotado e sem ter me visto, ela recebeu um recado de um garçom, dizendo: “Vim aqui pra buscar o que você me deve.”


Encurtando os blablablás, uma bela noite a mineirinha foi dormir lá em casa. QUE BUN DA! Céus, só quem já teve pra si uma bundona redondinha, dura e bronzeada apertada com calcinhas pequenininhas sabe o que se sente quando se lembra de algo assim. É o que estou sentindo agora.


Está na cara que fiquei fissurado por aquela parte do corpo da pequena deusa de 19 aninhos. Pra melhorar, a menina gostava de ficar de costas pra levar rola. QUE DE CIA era enfiar o pau todinho ali vendo aquelas pernas, costas e cabelos ondulados!


E isso ainda não era tudo. O melhor que aquela mineira linda deixou na lembrança era que, nem na hora em que estava sendo comida, ela se deixava dominar.


O resultado é que, segurada pelos cabelos e encostada em pé na parede, de quatro na cama ou sentada no meu colo, ela dizia, com aquele sotaque puxado e jeito dengoso e provocador: “Mais forrrte! Me come, me come mais forrrte! Mais forrrte, vai! Foóóórrrrrte!”

22 de maio de 2008

A falsa crente

Durante mais de um ano, fiquei de olho naquela loira de olhos verdes e cabelos lisos até a cintura que circulava no meu bairro, próximo a uma universidade.


A saia até os joelhos e o comprimento do cabelo não deixava dúvidas: aquela beldade toda era um desperdício de crente. Mesmo assim, quando ela passava, eu não escondia que estava babando pelas suas curvas. Principalmente pelas pernas maravilhosas e os pés bem cuidados que ela fazia questão de desfilar em sandálias de saltos altos.


De nariz empinado e olhar centrado sempre pra frente, ela nunca me deu bola. Por anos.


Até que um dia resolvi aproveitar que já estava de boca aberta e falei alguma coisa enquanto ela passava.


A cantada não tem segredo; basta ser sincera. Pois eu disse pra ela isto que você leu até agora. Com os detalhes das pernas e dos pés lindos, da saia e do cabelo de crente e tudo mais.


Ganhei um número de telefone e, no dia seguinte, acho, um encontro num barzinho.


Ela estava maravilhosa, porém, com uma amiga. Quando percebi que a amiga não era boa companhia, entretanto, fiquei aliviado. “Afinal de contas, pode ser que esta beldade não tenha muito de crente, não”, pensei.


Rolaram uns beijinhos, mas só fora do bar, meio às escondidas.


Puxa, que história mais chata, né? Calma que está só começando...


A tal mulher não era crente coisa nenhuma, mas os pais eram e ela, como boa filhota, ainda usava aquelas roupas pra agradá-los.


Em pouco tempo me acostumei com o corte das saias dela, principalmente depois de ser apresentado às lingeries que ela usava por baixo.


A menina, cujo nome eu morro de vontade de escrever aqui, tinha um corpo fenomenal. Uma bunda esculpida que nascia depois de uma cintura bem apertadinha... e acompanhada por lindas pernas fortes e torneadas, de mulher reprodutora, como macho consegue farejar. Rostinho, seios e xaninha no mesmo nível: A. E tudo cheiroso.


O que me fez vir contar sobre ela aqui, no entanto, não foi o seu corpo nem a surpresa de descobrir que ela não era crente coisa nenhuma. O verdadeiro motivo foi o boquete que ela fazia.


Isso não é questão de prática. Acho que tem mulheres que nascem com o dom, mesmo, como beijar, escrever, correr, saltar. Pois a fulana tinha nascido com o dom de chupar rola.


Ela não tinha apenas a boca macia. Ela também sabia impor o ritmo certo, sincronizava os movimentos das línguas e dos lábios com os das mãos. Mantinha, com classe, todos aqueles cabelões afastados do rosto e parecia que sabia até a hora de chupar longamente de olhos fechados e o momento de abrir os olhos e olhar pra mim com aquela cara de puta que todo homem adora.


Parece mentira, mas isto ainda não era tudo. A falsa crente não fazia frescura. Chupava meu pau no carro, na garagem sem medo de me fazer feliz.


Na última vez que fomos ao motel, ainda lhe disse: “Você deveria dar aulas pra maioria das mulheres aprenderem como se chupa um pau”.

15 de maio de 2008

Casada grávida

Começou com um bate-papo na internet. Ela tinha só 26 anos e já estava com o mesmo homem havia 11 anos. Há 8, casada. Como não podia deixar de ser, tudo que aquela grávida queria era um pouco de atenção, carinho e preocupação – coisas que, segundo ela mesma, fazia um bom tempo que o marido havia se esquecido de dar.

Tudo bem. Mais uma vez, como eu digo, eu estava lá pra isso mesmo. E dei.


Com mulheres desse tipo, não tem segredo: se quiser comer, só precisa tratar bem, conversar numa boa, com sinceridade e sem ser afoito. É incrível, mas parece que dá muito menos trabalho conquistar mulheres compromissadas do que solteiras.


Uns dias depois do nosso primeiro encontro virtual, ela mesma sugeriu um encontro real. Eu a deixava dar o rumo que ela mesma queria que nossa relação ou aventura tivesse. E a menina-mulher gostava de rapidez.


Quando finalmente nos vimos, a química foi uma boa surpresa. No meu quarto, vi pela primeira vez uma barriga grávida de 6 meses tão de perto. E os peitos. Ah, que peitos!


Mamei. Matei todas as saudades que, inconscientemente, eu podia ter do leite materno. E apalpei, apertei, lambi... fiz tudo que podia com aquele corpo de mamãe, enquanto ela tremia com as carícias, comprovando o quanto isso tinha, de fato, se tornado raro na sua triste vida de casada.


Enquanto meu pau escorregava gostoso dentro daquela gostosa, a mulher tinha espasmos. De repente, chorou. Coisa de mulher grávida, casada, certinha ou ingênua - sei lá. O que sei é que, com a história que ela contava do casamento, eu não senti dó nenhum do cara, que morava em outro estado e vinha visitá-la uma ou duas vezes por mês. Pelo contrário. Fiquei com pena dela e achei que eu estava é fazendo um grande favor pra ela.


Pensamento de cafajeste...