Teve uma época em que dei aulas particulares pra um grupo nos fundos de casa.
Dos quatro alunos, havia uma estudante de Direito bem gostosa, meio ruiva e alta. Ela era a mais interessada no assunto das aulas e, além de inteligentíssima, era aplicada. Tanto que logo criou o hábito de chegar mais cedo e ficar até mais tarde pra tirar dúvidas que não acabavam mais.
Só percebi que os interesses dela iam além das aulas quando meu próprio pai me chamou e disse: “Filho, você não está se envolvendo com alunas, né? Tome cuidado com essa menina!”
“Será que um mulherão desses quer alguma coisa comigo?”, foi a primeira coisa que eu pensei. Depois comecei a reparar mais. Realmente, não fazia sentido uma gata daquela ir pra aula no sábado à tarde equilibrando os 1,75m de gostosura num par de saltos, mostrando as pernas fortes e torneadas com shorts tão curtos... e com tanto perfume, além de outros detalhes de maquiagem etc. que homem tosco não percebe.
Pois é... em pouco tempo, ela notou que eu tinha sacado e, apesar de nunca avançarmos o sinal, ficou mutuamente entendido que ela, mmmm... e eu... mmm... entendeu? Era mais ou menos assim.
Finalmente, o santíssimo sábado-último-dia-de-aula chegou! Dois alunos se mudariam pra outra cidade e eu estava prestes a viajar por um longo tempo. Pra nos despedirmos, fomos a uma discoteca à noite.
De novo, vou encurtar os blablablás e continuar narrando no capítulo em que, no maior amasso dentro do carro na frente da casa dela, a ex-aluna me disse que os pais estavam viajando. Puts, perfeito!
Com a casa de dois andares todinha pra nós, eu só não imaginava que a primeira vez que eu sentiria aquele mulherão seria com ela de quatro no CHÃO da SALA!
Mas a estudante aplicada era uma rebelde na matéria de sexo. Gostava de selvageria, estocadas fortes e frases como “Sua safada, queria tanto dar pro professor, agora toma rola, toma!”.
O único problema eram os arranhões que ela dava, principalmente quando gozava. Naquela época eu era solteiro e não tinha problema, porém mais tarde, quando minha ex-aluna se tornou amante, as marcas das unhas dela me deixavam maluco de raiva.
Que idéia de cafajeste, né? Vê se pode reclamar disso!
