15 de março de 2008

Duas virgens em uma semana

Eu tava namorando. Tudo bem, fazia só uns dois meses, mas eu gostava da moça. Apesar disso, onde eu trabalhava, tinha muita mulher, principalmente menininha, dando mole. Muita.

Uma delas, de 16 anos, era do norte do Brasil, morena, gostosa demais, baixinha, com aquela bunda brasileira e cinturinha fina, cabelos cacheados, boquinha bem desenhadinha e muito simpática e falante.

A outra era o oposto. De 15 anos, do sul do Brasil, loira, cabelos encaracolados e olhos azuis, quieta e muito inteligente, corpo mignonzinho. Muito avançada pra idade.

As duas virgens e sedentas pela primeira vez com alguém mais experiente, que lhes passasse confiança blablabla. Ou seja, com um cafajeste. Tudo bem, né, estou aí pra isto mesmo.

Foram em casa e cada uma só teve uma vez. A primeira, porque no dia seguinte ela ia embora pra região dela. A outra, porque no dia seguinte quem ia embora era eu. Estava de mudança.

Nunca fui fã de virgem. Pelo contrário, a idéia de estar com uma mulher que não sabe o que fazer é meio repudiante... a menos que ela queira muito aprender. Era o caso.

O melhor não é o sexo em si, mas a situação. Você se vê diante de uma ninfeta perfeitinha, que tomou banho e se arrumou antes de ir pra sua casa pra ser gentilmente abatida pela primeira vez na vida. Sabendo que você tem uma namorada e que não vai ser nenhum príncipe encantado na vida dela.

E você se lembra de quando tinha a idade dessas gurias e imagina quantos e quantos rapazinhos já tentaram ver ou sentir o beijo, toque, os peitinhos, as coxas e a bundinha daquela coisinha fofa... e, agora, sem você fazer muito esforço, ela está ali, totalmente à sua disposição. Puts, isto é demais!

Hora de sentir o coração dela batendo, de ver os mamilos de menina-mulher, de tirar a roupa e reparar na xaninha cuidadosamente depiladinha, de beijar e sentir o cheiro do corpo todinho, de ver ela admirando seu corpo malhado, de ver os olhinhos dela brilhando com seu pau na mão... e aproveitar a sensação de um boquete inexperiente, porém esforçado... e de, finalmente, colocar a bonequinha com as perninhas abertas e, falando baixinho olhando nos olhos dela, ir enfiando o pau bem devagarzinho, fazendo carinhos, dando beijinhos e dizendo o quanto ela é bonita e gostosa... e, o que é melhor, sem estar mentindo!

E depois ainda restam as cartinhas, os e-mails ou as conversas no msn... com elas planejando uma viagem pra me visitar.

A loirinha virou atriz sem saber

Muitas idéias de "girico" passam pela cabeça de um cafajeste. Imagine na de três. Não me lembro bem quem deu a idéia da história que vou contar agora, mas, com certeza, quem fez questão de que ela fosse levada adiante foi nosso amigo "Pervertido".

Eu tinha conhecido a atriz umas duas semanas antes, num bar/discoteca da cidade. Ela estava com uma amiga cuidando porque ela tinha namorado. Mesmo assim, com muita simpatia, acabei ganhando o telefone da boneca.

Isto mesmo, ela parecia uma boneca. Muito pequenininha, uns 20 anos, estudante de Letras, loira de cabelos encaracolados e olhinhos azuis. Ingênua, simpática, namorando havia uns 4 anos, acho. De repente, descobriu que o namorado, um cara gente finíssima que eu já conhecia (rs), andava pulando a cerca. Ocasião perfeita pro lobo mau aqui ganhar um banquete.

Coincidiu que a gatinha, com o coração partido, resolveu me encontrar bem na época em que eu estava morando com o "Bom Rapaz". Quando contei pra ele e pro "Pervertido" que era seria a próxima visita, surgiu a sugestão unânime: "Aaah, ela você vai ter que filmar!" hehe

Foi aquela preparação maquiavélica: enquanto o "Perfertido" COMPROU uma webcam pro grande dia, o "Bom Rapaz" e eu estudávamos os ângulos do nosso "estúdio". hehe A webcam tinha que ficar invisível e só captava imagens com luminosidade. Mas como fazer pra loirinha tímida que só tinha dado pro namorado e ia traí-lo pela primeira vez aceitar a luz acesa numa boa?

Esta é a parte mais engraçada. O "Bom Rapaz" mexeu no interruptor de modo que a luz só ficava acesa. Quando a menina chegasse, eu a levaria pra aquele quarto porque só tinha colchão ali (tínhamos escondido o meu do outro quarto). Quando ela mesma tentasse apagar a luz, veria que não tinha como e ia ser tarde demais pra ficar com timidez, né?

Dito e feito, tudo aconteceu conforme o planejado. O duro foi ficar excitado com aquele clarão, no meu primeiro filme (hehe), com uma atriz tão queridinha que nunca imaginava que, assim que saísse dali, ia ser assistida por três marmanjos.

Apesar da vergonha (minha também, acredite), da luz chata e do desempenho nota 5,0 da menina na cama, tudo correu bem. O engraçado é quando a gente olha pra câmera enquanto a menina não está vendo e faz careta. hehe

O "Pervertido" editou e guardou o filme. Eu nunca nem assisti inteiro. Foi horrível me ver ali. Mas, pelo menos, tenho certeza de que nenhum de nós jamais colocaria um vídeo ou fotos dos nossos esquemas na net. Não que me ache um santo por isso. Sou cachorro mesmo.

E olha que a menina, depois daquele dia, voltou e meteu mais gostoso. Aprendeu a chupar de um jeito... Mmmm...

11 dias de muito trabalho duro

Quando meu amigo "Bom Rapaz" e eu morávamos na mesma cidade, me mudei pra casa dele por 11 dias logo antes de ele deixar o apartamento em que vivia.

Na época, eu morava a algumas quadras com meus pais e queria aproveitar os últimos dias do aluguel dele pra fazer bagunça com ele.

Na verdade, não nos demos muito bem enquanto ficamos lá, mas, por outro lado, aproveitei pra levar muita mulher pro ap dele. Em 11 dias, comi seis ou sete. Uma veio de uma cidade próxima pra passar o fim de semana comigo e, do sábado até o domindo, acabei dando SEIS com a menina. Eita, fogo difícil de apagar. Eu bem quis que meu amigo pudesse ajudar e aproveitar a gostosa que a menina era, mas ela não gostou da idéia...

Na próxima postagem, vou contar como fizemos meu primeiro filme pornô (rs).

10 de março de 2008

Uma pra dois - por Bom Rapaz

Eu (Bom rapaz) fui passar o final do ano na cidade do meu amigo "Pervertido".

Estávamos entediados com aquele rala e rola com a mulherada do nosso dia-a-dia. Mão pra cá, mão pra lá, beijinho na boca, troca de telefone no final da balada e mais nada.

Então meu amigo "Pervertido", sempre bem relacionado, seja pelo Orkut, seja pelo msn, seja pelo bate-papo, começou a ligar para seus esquemas em busca de uma boa menina que topasse um sexo casual.

Depois de algumas tentativas encontramos uma “menininha” de 16 aninhos que morava em uma cidade vizinha. Ela topou me conhecer e, de tanto o "Pervertido" falar bem de mim, ela disse que se fosse com minha cara até poderia até vir a rolar um sexo a três. Pois bem, fomos pra cidade vizinha com a expectativa da moça nos tratar bem.

De início fiquei receoso, pois ela não atendia os telefonemas e, quando atendia, dizia q estava ocupada. "Puta que pariu, essa menina fez a gente perder a viagem", pensei. Meu amigo pegou o telefone e começou a tentar outros contatos naquela cidade... mas nada de concreto, só pra outras datas, desculpas e tal. Estávamos quase desistindo e a “meninha” resolveu ligar para irmos buscá-la em uma lan house em que ele trabalhava. Ufa... Levamos ela pra casa do "Pervertido" que ainda estava em construção, mas já tinha uma cama de solteiro que nos acomodaria.

Achamos que a menina fosse super inexperiente e resolvemos ir com calma para deixá-la mais relaxada. Para nosso surpresa, ela disse do nada, "vocês estão demorando muito, eu não tenho a noite toda". Ta bom né, ela que manda. Rola na safada!

O boquete deixava a desejar, ela ainda não sabia fazer direito, mas de quatro ela era um tesão. Aquela bunda enorme e com marca de biquine, enquanto um metia na chaninha dela, o outro era chupado, e ela se vislumbrava de tesão.

Metemos, metemos insistimos por uma penetração anal, mas ela se negou, insistimos para tirar uma fotos mas ela também se negou. Então insistimos pra gozar na boca dela e ... adivinha! Ela não teve como escapar! "Abre a boca, vai" dissemos a ela, e ela abria e esperava um tanto receosa o que estava por vir.

O “Pervertido” foi o primeiro e ela saiu correndo pro banheiro pra se lavar na pia... rss. Ficou traumatizada, "coitada"... e não quis deixar mais ninguém gozar na boca dela naquela noite.

A última notícia que o "Pervertido" teve da "meninha" é que ela tinha fugido pra capital atrás de um grande amor: uma dançarina de uns 18 aninhos por quem havia se apaixonado. Pois é, quem sabe um dia a gente não encontra a "meninha” e a dançarina.

6 de março de 2008

Prima chata

Por falar em primas, quem nunca desejou loucamente uma das parentes? E quem já teve o prazer de dar uns bons amassos em uma?

Quando era criança, fui perdidamente apaixonado por uma prima que era linda. Depois, passou, e acabei pegando uma irmã dela e comendo outra. kkkkkkkkkkkkk

Mas vou contar de outra prima minha. Não tem jeito melhor de chamá-la do que de "Paty". Apesar de bonita, a menina, alguns anos mais nova que eu, sempre foi muito chata. Birrenta, frescurenta, nojenta e tudo mais que possa terminar com "enta". E com "osa" também. :)

Num belo natal, minha namorada na época tinha ido passar o Natal em outra cidade enquanto meus tios, essa prima e seu irmão se hospedaram um dia lá em casa. A gente já tinha um carinho crescente a cada encontro, mas ninguém imaginava aonde isso podia chegar.

Cafuné aqui, mãos dadas ali, abraços na frente dos parentes, massagem antes de dormir... nada além do tolerado pelos tios de ambas as famílias. Mas as noites nas férias são mais compridas e, conforme adentramos nela, mais ficamos propensos a fazer loucuras. Dito e feito, de madrugada, arrastei a priminha linda de baby doll pra minha cama.

Virgem, com namoradinho na cidade dela. Ali, à mercê dos beijos do primo pelo corpinho bronzeado e cheiroso. Na hora H, comecei a tirar uma da cara do namorado dela: "Coitado do corninho! Namora a menina por tantos meses e agora ela vem aqui dar pro primo primeiro". A menina ficou brava e começou com frescura, o que só melhorou o clima.

Comi gostoso... e a priminha gostou. Tanto que, uma ou duas vezes por ano, quando nos encontramos, os amassos rolam naturalmente. E ela sempre me irritando com o jeito paty de ser. Na hora de comer, acabo sempre dizendo: "Você é muito chata, mas muito gostosa, prima safada". E ela faz beicinho: "Pare de falar assim". E toma rola! hehe

As primas safadas

Este foi um dos tantos esquemas arranjados pelo "Pervertido". O cara é gato, alto, bem de vida e bom de papo. Tem tudo pra atrair mulheres e ele usa todo seu poder pra atrair as mais safadas, do jeito que ele gosta.

Esse dia, fomos eu e ele conhecer duas primas. Uma de 21 anos e casada. A outra de 17 e namorando.

Era plena quarta-feira e lá estávamos os dois, às 3 da tarde, vendo as duas gostosas se aproximando num lugar afastado da cidadezinha vizinha à nossa. Eita, tem tanta mulher com fome de pica nessas cidades pequenas...

Antes de elas chegarem, já havíamos, pela silhueta, escolhido quem ia ficar com quem. Acabei com a mais nova e mais bonita. Ele, com a mais velha e mais gostosa e safada. Fazia um calor desgraçado e não estávamos completamente afastados pra podermos fazer o que queríamos ali, mas não ficamos nadinha frustrados. Despudoradamente, não perdemos tempo e quase comemos as duas ali dentro do carro mesmo.

Algumas semanas depois, estávamos os dois no ap do "Pervertido" quando reencontrei a priminha mais nova. Comi no sofá da sala, com meu amigo dentro do quarto. Nada de putaria, né! Respeito, poxa!

E o namorado? "Ai, me come e esquece aquele idiota", ela me dizia. Tudo bem, elas mandam e nós, cafajestes, só obedecemos...

Contato na balada

Mais uma história com mulher casada.

Uma bela tarde, fomos "Bom rapaz" e eu comprar ingressos pra um evento numa discoteca. A atendente era um avião e estava no escritório com um mini-shorts. Na hora eu pensei que, pra estar trabalhando daquele jeito, ou ela era a própria dona ou muito amiga dele(-a).

Deixando os ingressos de lado e resumindo, uma semana depois, a (como era o nome mesmo?)... vamos chamar de Claudinha, mesmo. Bem, a Claudinha confirmou que eu podia pegá-la no intervalo de almoço dela, à tarde. Era um sábado e eu tinha só duas horas sozinho em casa, enquanto meus pais estavam na igreja. Olha só o que eu estava aprontando em ver de estar rezando...

Eu nunca tinha conseguido sequer beijinhos da Claudinha e, até o momento em que ela entrou em casa, estava bem claro que não era pra eu imaginar nada além de sermos amigos.

Meia hora depois, boquete no chuveiro. Depois, lambida na xaninha na cama, papai e mamãe, metida de quatro, mais boquete... até que, depois de gozar gostoso, a loira me disse que eu merecia o cuzinho.

Uma das bundinhas mais perfeitas que já vi em toda minha vida. Quem nega? Cafajeste, não. Poucas mulheres gostam tanto de dar a bundinha como a Claudinha.

Quando a estava levando de volta pro trabalho, a loira ainda pediu pra eu parar o carro algumas quadras antes de chegarmos. Pensei que ela fosse descer ali, mas que nada. Só queria chupar mais um pouco o meu pau. E me fez prometer que ia comê-la de novo. Tudo bem, né? hehe

De quebra, a gostosa ainda liberava camarotes e outras regalias na balada pra mim e pros meus amigos. Definitivamente, um bom contato pra se ter na cidade.

"Eu não traio jamais"

Depois de dois dias, a loirinha resolveu baixar a guarda. Já tínhamos ido ao cinema e nem deixou eu pegar sua mão. Já tínhamos dançado e eu não podia tocar na sua cintura. E já tínhamos nos estressados com muitas opiniões divergentes sobre relacionamentos, aventuras, traições etc.

Naquela noite, entretanto, ficou mais uma vez comprovado: na conversa, um homem é capaz de levar qualquer mulher pra cama. Com o namorado longe, independente do amor e compromisso entre os casais, mais cedo ou mais tarde, a "ocasião faz o ladrão".

Eu ficaria com dó do cara se a namorada dele não fosse tão quente. Ainda na sacada da casa onde ela estava hospedada, ela se sentou apoiada com os braços para atrás e deixou eu levantar seu vestido vermelho, abrindo as pernas compridas branquinhas e mostrando a calcinha ensopada. Com camisinha, comi ali mesmo, na sacada, em silêncio pra ninguém de dentro notar.

Na noite seguinte, ela foi dormir no meu ap. Eu dividia o quarto com um amigo e, no outro quarto, tinham duas outras pessoas. Então, assim que todos se retiraram depois da janta, ficamos eu e ela na cozinha. Ia ser ali mesmo.

A cena era pra ser mesmo inesquecível. Aquela loira com pose de ingênua que, dois dias antes, pregava a fidelidade eterna, estava agora de quatro na cadeira empinando a bunda pra eu meter do jeito que quisesse.

Comentei algo do namorado e ela nem ligou. Nessas horas, a gente testa a mulher com palavras pra saber que tipo de foda vai ser: lenta, cuidadosa, romântica, pervertida, com força ou até na porrada, mesmo.

Molhada e sentindo um pau novinho deslizando dentro dela, a safada estava pouco se lixando pro namorado. Foi aí que ela virou e, como se estivesse desesperada por um pau, me disse: "Fick mich!" - "me foda" em alemão.

Até fotos de nós dois nesse dia na cozinha eu guardei. Com os flashes da câmera depois de 10 segundos no automático, ela não se importou nem um pouco. E queria porque queria que eu mandasse as fotos pra ela. Só tinha que tomar cuidado pro namorado nunca ver a santinha de quatro na cozinha dando pra um "estranho" durante as férias...

A professora santinha

Quem vê cara não vê coração. E quem vê mulher santa na rua nunca sabe como essas bichinhas são capazes de se transformar na cama.

Ano passado me envolvi com uma professora particular do estado de SP. Além de beleza, inteligência, muita discrição e umas curvas deliciosas, a mulher tinha carisma. Todo mundo ao redor a prezava pela simpatia e pelo caráter.

Com 25 e casada havia dois anos. Esposa fiel...

Depois de nos conhecermos por uma semana, lá estava a senhora no meu quarto. Dos beijos ardentes até o zíper abaixado foi um pulo só. Nos primeiros segundos em que aquela belezura chupava meu pau, do nada, ela se revelou: "Me trate que nem uma puta, vai!"

Kkkkk! Quem diria, né? A resposta veio naturalmente, embalada pelo tesão: "É claro que eu vou te tratar que nem uma puta. Como que eu vou tratar uma professora safada que deixa o marido em casa pra ficar chupando rola dos outros deste jeito? Vamos, chupa mais, sua biscate (...)"

Ela me contou que o marido, apesar de também ser jovem, era muito "certinho" na cama. Tem gente que é assim: se apaixona e acha que só pode fazer amor; nunca mais dar uma boa trepada com a pessoa amada. Aí dá no que deu nesse caso. Mulher, pra se sentir completa, precisa ser amada, mas bem comida também. Sem uma boa rola, não adianta lero lero, carinho e segurança material.

Eu conhecia um colega dessa professora e era engraçado que o cara a achava uma tremenda gata, mas ele mesmo dizia: "Ah, mas ela é casada, fica com aquela aliançona no dedo e vive falando do marido. Nunca topa fazer nada com a turma, não dá brecha". E eu com vontade de contar pro cara: "É que ela sai da aula e vai lá pra casa, a professora santinha."

Detalhe: me apaixonei pela profe, mas nos afastamos geograficamente e, um dia, ela deixou de escrever. Nunca mais. Será que contou pro marido e prometeu nunca mais falar comigo? Ou um dia se olhou no espelho e ficou com vergonha de si mesma? Ou decidiu resistir de uma vez porque não podia mais ficar pensando em repetir a dose?

Currículo e carta de apresentação

Até o final da adolescência, eu não tinha muito sucesso com as mulheres. Hoje, posso dizer que sou como um Silvio Santos ou Ratinho da vida, que começou do nada e agora pode escolher quem "pegar". No entanto, jamais espero entender totalmente essas figuraças que são as mulheres, mas, modéstia à parte, aprendo a cada dia a lidar melhor com elas.

Desde que perdi a virgindade (no dia mais feliz da minha vida, com quase 18 anos), já realizei praticamente todas as fantasias que passaram pelas minhas cabeças.

Já transei em vários lugares: escada, elevador, ônibus, trem, quintal, piscina, discoteca, sofá dos sogros e, é claro, em muitos carro. Já senti o gostinho do sexo proibido com vizinhas, bem e mal casadas, casada no escritório dela, secretária da casada, prima, prima de namorada, melhor amiga de namorada também, virgens de 15 aninhos e senhoras, chefe, colegas de trabalho, muitas clientes e alunas, várias amigas, esquemas de amigos e gatas de todos os cantos do mundo.

Também tive muitas namoradas. Geralmente, ótimas companhias, damas em público e ordinárias na cama, como os homens prezam e elas gostam.

Por outro lado, o que mais encontrei nesta vida foram mulheres safadas, que nem falam português direito, interesseiras e folgadas. Não reclamo, não. Geralmente, são ótimas de cama e tornam a vida de cafajestes como nós muito mais fácil.

Por mais que você se indigne comigo e me xingue de viado, lamento informar que jamais encostei em outro pipi. Porque não quis. Já sei o que você está dizendo e a resposta é "Não, obrigado."

Tenho três amigos que serão freqüentemente citados aqui. Todos brasileiros, saudáveis, bonitos, simpáticos, formados e cultos. Não falei que cafajestes se parecem com príncipes?

Além de mim, que levo o fardo de "cafajeste", tem o "alquimista", o "pervertido" e o "bom moço". Esses dois últimos são os que vivem mais próximos hoje em dia e representam também o maior contraste entre nós quatro. Enquanto o "pervertido" dedica uns 60% da vida às safadas e me coloca no chinelo em número e histórias pra contar, o "bom moço" é a ovelha negra da turma. Tentamos transformá-lo num cafajeste bem-sucedido, mas ele teima em ser bonzinho.

E, como você sabe, mulher não gosta de homem bonzinho. Por mais que acredita que goste, é sempre o mauzão, o tosco, o turrão ou o bom de papo e pegada que a faz passar tanto a mão no cabelo, sorrir e sentir as pernas tremerem.

É difícil escrever sobre estes assuntos sem deixar minha opinião evidente. Chame-me de machista, se irrite, esperneie, xinge nossas mães... Mas abra os olhos, meu amor. Conto histórias reais e você faz o seu julgamento.

Mande seu comentário, seu próprio relato ou sua reclamação pra mim que eu prometo me identificar ou me divertir com o que você tiver a dizer.

Bem-vindo(-a)!