A Carlinha tinha só 17 anos quando eu conheci na sala de aula. Ela era aluna; eu não. Ela estava solteira. Eu não. E ela era virgem. Eu também não.
Logo no primeiro momento, ela se sentiu atraída por mim. Eu também. Muito. Quase demais, se eu não tivesse uma namorada e tantas outras coisas acontecendo na minha vida pra pensar naqueles dias.
Pulando a parte do primeiro boquete da Carlinha, da primeira vez dela no motel, da segunda vez já bem melhor e da maratona de sexo e briguinhas que se seguiram por um ano depois disso, chegamos ao ponto em que traí a Carlinha com sua melhor amiga na época. Eita, essa história eu ainda conto aqui!
Carlinha descobriu e contou pra toda a família, inclusive pros parentes lá daquele estado longe no Brasil que eu tinha visitado uma vez no feriadão com ela e os pais dela. Que vergonha, eim!
Mas o coração tem vontade própria e nem sempre fica do lado da razão e do nosso orgulho. Com Carlinha, não foi diferente. Mesmo depois de ter ficado indignada e de não ter ouvido eu dizer que tinha me arrependido - porque eu não tinha, mesmo - , ela ainda voltou aos meus braços. E, naquela noite, Carlinha, já maior de idade, sabia o que queria.
Foi uma despedida. Dentro do carro, na garagem do prédio, mesmo. No banco de trás. Com Carlinha ora deitada, ora no meu colo, de quatro. Depois de meses sem nos tocarmos, ela precisava matar a saudade. Primeiro ela pegou, viu, apertou e seus olhos brilharam quando viu a cabecinha daquela coisa dura brilhando. Depois chupou, sentou nele e pediu mais e mais.
Por último, a Carlinha, melecada pelos líquidos do nosso tesão e pelo suor, cedeu a bundinha. Carlinha já não era mais virgem e já tinha aprendido a dar também o cuzinho para o professor querido. Nessa noite, ela o deu de novo. Foi quando gozei pela última vez dentro de Carlinha... na sua bundinha linda.
4 de abril de 2008
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