4 de abril de 2008

A médica e a secretária

Tinha conhecido a médica pela internet, o melhor lugar pra se conhecer mulher casada curiosa, interessada ou desesperada pra pular a cerca.

Casada e de uns 30 anos, a Tânia (o nome real dela é outro) vivia reclamando do casamento com um maxão hiperciumento e vagabundo que ela praticamente sustentava. Ela era muito querida e meiga, uma companheira além de amante. Acreditei mesmo que nunca tinha traído o marido, até porque demorou um bocado até acontecer comigo e, na primeira vez, ela tremia muito.

Como era arriscado nos encontrarmos, ela sugeriu que eu agendasse visitas no seu escritórios. Então, uma vez a cada duas semanas, lá ia eu, com horário marcado, ver a doutora.

Logo nas primeiras vezes, conheci a Cristina, secretária deliciosa, morena com lindos olhos, narizinho delicado e roupas provocantes. Extrovertida e engraçada também. Uma daquelas poucas mulheres que a gente olha e pensa "Essa eu lambo todinha".

Podia até ter sido mais difícil ter traçado a secretária se eu não tivesse falado pra ela que talvez a namoraria. Tem mulher que é assim: só dá se achar que vai dar namoro.

Sem uma saber da outra, acabei tendo caso com as duas. Elas mesmas pediam pra eu, pelamordedeus, não contar nada de uma pra outra. rs Nunca comi nenhuma no consultório, mas ganhava um boquete ou mamava gostoso nos seios fartos da médica e encontrava, vez ou outra, a secretária depois do expediente na esquina da casa dela pra dar uns amassos ou ir ao motel.

E assim foi que as duas cuidaram um bom tempo da minha saúde.

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