Mais uma história com mulher casada.
Uma bela tarde, fomos "Bom rapaz" e eu comprar ingressos pra um evento numa discoteca. A atendente era um avião e estava no escritório com um mini-shorts. Na hora eu pensei que, pra estar trabalhando daquele jeito, ou ela era a própria dona ou muito amiga dele(-a).
Deixando os ingressos de lado e resumindo, uma semana depois, a (como era o nome mesmo?)... vamos chamar de Claudinha, mesmo. Bem, a Claudinha confirmou que eu podia pegá-la no intervalo de almoço dela, à tarde. Era um sábado e eu tinha só duas horas sozinho em casa, enquanto meus pais estavam na igreja. Olha só o que eu estava aprontando em ver de estar rezando...
Eu nunca tinha conseguido sequer beijinhos da Claudinha e, até o momento em que ela entrou em casa, estava bem claro que não era pra eu imaginar nada além de sermos amigos.
Meia hora depois, boquete no chuveiro. Depois, lambida na xaninha na cama, papai e mamãe, metida de quatro, mais boquete... até que, depois de gozar gostoso, a loira me disse que eu merecia o cuzinho.
Uma das bundinhas mais perfeitas que já vi em toda minha vida. Quem nega? Cafajeste, não. Poucas mulheres gostam tanto de dar a bundinha como a Claudinha.
Quando a estava levando de volta pro trabalho, a loira ainda pediu pra eu parar o carro algumas quadras antes de chegarmos. Pensei que ela fosse descer ali, mas que nada. Só queria chupar mais um pouco o meu pau. E me fez prometer que ia comê-la de novo. Tudo bem, né? hehe
De quebra, a gostosa ainda liberava camarotes e outras regalias na balada pra mim e pros meus amigos. Definitivamente, um bom contato pra se ter na cidade.
6 de março de 2008
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