6 de março de 2008

Currículo e carta de apresentação

Até o final da adolescência, eu não tinha muito sucesso com as mulheres. Hoje, posso dizer que sou como um Silvio Santos ou Ratinho da vida, que começou do nada e agora pode escolher quem "pegar". No entanto, jamais espero entender totalmente essas figuraças que são as mulheres, mas, modéstia à parte, aprendo a cada dia a lidar melhor com elas.

Desde que perdi a virgindade (no dia mais feliz da minha vida, com quase 18 anos), já realizei praticamente todas as fantasias que passaram pelas minhas cabeças.

Já transei em vários lugares: escada, elevador, ônibus, trem, quintal, piscina, discoteca, sofá dos sogros e, é claro, em muitos carro. Já senti o gostinho do sexo proibido com vizinhas, bem e mal casadas, casada no escritório dela, secretária da casada, prima, prima de namorada, melhor amiga de namorada também, virgens de 15 aninhos e senhoras, chefe, colegas de trabalho, muitas clientes e alunas, várias amigas, esquemas de amigos e gatas de todos os cantos do mundo.

Também tive muitas namoradas. Geralmente, ótimas companhias, damas em público e ordinárias na cama, como os homens prezam e elas gostam.

Por outro lado, o que mais encontrei nesta vida foram mulheres safadas, que nem falam português direito, interesseiras e folgadas. Não reclamo, não. Geralmente, são ótimas de cama e tornam a vida de cafajestes como nós muito mais fácil.

Por mais que você se indigne comigo e me xingue de viado, lamento informar que jamais encostei em outro pipi. Porque não quis. Já sei o que você está dizendo e a resposta é "Não, obrigado."

Tenho três amigos que serão freqüentemente citados aqui. Todos brasileiros, saudáveis, bonitos, simpáticos, formados e cultos. Não falei que cafajestes se parecem com príncipes?

Além de mim, que levo o fardo de "cafajeste", tem o "alquimista", o "pervertido" e o "bom moço". Esses dois últimos são os que vivem mais próximos hoje em dia e representam também o maior contraste entre nós quatro. Enquanto o "pervertido" dedica uns 60% da vida às safadas e me coloca no chinelo em número e histórias pra contar, o "bom moço" é a ovelha negra da turma. Tentamos transformá-lo num cafajeste bem-sucedido, mas ele teima em ser bonzinho.

E, como você sabe, mulher não gosta de homem bonzinho. Por mais que acredita que goste, é sempre o mauzão, o tosco, o turrão ou o bom de papo e pegada que a faz passar tanto a mão no cabelo, sorrir e sentir as pernas tremerem.

É difícil escrever sobre estes assuntos sem deixar minha opinião evidente. Chame-me de machista, se irrite, esperneie, xinge nossas mães... Mas abra os olhos, meu amor. Conto histórias reais e você faz o seu julgamento.

Mande seu comentário, seu próprio relato ou sua reclamação pra mim que eu prometo me identificar ou me divertir com o que você tiver a dizer.

Bem-vindo(-a)!

3 comentários:

Anônimo disse...

hummmm vc ta sertinho mulher gosta de homem q tem pegada cafajesti nw usaria esse termo nw pq maioria das mulher qr um homem de verdade!

Anônimo disse...

Me identifiquei com o que vc postou! Aconteceu uma história parecida cmg! Já virei fã do seu diário!

Anônimo disse...

Realmente mulher gosta de homem cafajeste!