Quem vê cara não vê coração. E quem vê mulher santa na rua nunca sabe como essas bichinhas são capazes de se transformar na cama.
Ano passado me envolvi com uma professora particular do estado de SP. Além de beleza, inteligência, muita discrição e umas curvas deliciosas, a mulher tinha carisma. Todo mundo ao redor a prezava pela simpatia e pelo caráter.
Com 25 e casada havia dois anos. Esposa fiel...
Depois de nos conhecermos por uma semana, lá estava a senhora no meu quarto. Dos beijos ardentes até o zíper abaixado foi um pulo só. Nos primeiros segundos em que aquela belezura chupava meu pau, do nada, ela se revelou: "Me trate que nem uma puta, vai!"
Kkkkk! Quem diria, né? A resposta veio naturalmente, embalada pelo tesão: "É claro que eu vou te tratar que nem uma puta. Como que eu vou tratar uma professora safada que deixa o marido em casa pra ficar chupando rola dos outros deste jeito? Vamos, chupa mais, sua biscate (...)"
Ela me contou que o marido, apesar de também ser jovem, era muito "certinho" na cama. Tem gente que é assim: se apaixona e acha que só pode fazer amor; nunca mais dar uma boa trepada com a pessoa amada. Aí dá no que deu nesse caso. Mulher, pra se sentir completa, precisa ser amada, mas bem comida também. Sem uma boa rola, não adianta lero lero, carinho e segurança material.
Eu conhecia um colega dessa professora e era engraçado que o cara a achava uma tremenda gata, mas ele mesmo dizia: "Ah, mas ela é casada, fica com aquela aliançona no dedo e vive falando do marido. Nunca topa fazer nada com a turma, não dá brecha". E eu com vontade de contar pro cara: "É que ela sai da aula e vai lá pra casa, a professora santinha."
Detalhe: me apaixonei pela profe, mas nos afastamos geograficamente e, um dia, ela deixou de escrever. Nunca mais. Será que contou pro marido e prometeu nunca mais falar comigo? Ou um dia se olhou no espelho e ficou com vergonha de si mesma? Ou decidiu resistir de uma vez porque não podia mais ficar pensando em repetir a dose?
6 de março de 2008
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