15 de abril de 2008

Teste de fidelidade

Aquele João Cleber que é tão idiota que nem vale a pena eu procurar a forma correta de escrever seu nome tinha um quadro engraçado no seu programa irritante: o teste de fidelidade.

Lembrando os velhos tempos de baixaria do programa dele, encontrei este caso (clica, clica!) que, seja real ou montagem com atores, é uma comédia. A menina me lembrou totalmente a Gi, uma menininha toda dengosinha, fiel, que tinha um noivo ciumento que trabalhava duro pra mimá-la... mas com um pouquinho de papo, ela acabou nos esfrega-esfregas no carro comigo e, dias depois, fazendo de tudo no motel.

Ah, sacanagem ficar falando da menina que traía o noivo, né? Afinal de contas, o cafajeste da história deve ser sempre eu, não é mesmo?

Pois juro que aquela menina me deu certo nojo. Era bom demais ir pro motel com ela, mas a sacana, com aquela carinha e jeitinho de anjinho... rolava na cama e no chuveiro comigo enquanto o noivo trabalhava o dia todo e ainda estudava à noite... e me chamava de "meu amor".

Puts, meu amor era muita crueldade. Até um cafajeste fica sensível quando se coloca no lugar do corno...

Casou. E nunca mais vi. Na verdade, até vi. Tava já infeliz depois de uns 2 meses de casada. o duro é que continua gostosa. Muito gostosa.

2 comentários:

Lola in English disse...

Tá vendo como a mulher se sente quando descobre que foi traída?
Homem dar duro pelo relacionamento assim é raro, agora, mulher é quase sempre...

Mesmo sem querer você teve um pensamento tipicamente feminino...

Bjs da Lola

Unknown disse...
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