Tudo bem. Mais uma vez, como eu digo, eu estava lá pra isso mesmo. E dei.
Com mulheres desse tipo, não tem segredo: se quiser comer, só precisa tratar bem, conversar numa boa, com sinceridade e sem ser afoito. É incrível, mas parece que dá muito menos trabalho conquistar mulheres compromissadas do que solteiras.
Uns dias depois do nosso primeiro encontro virtual, ela mesma sugeriu um encontro real. Eu a deixava dar o rumo que ela mesma queria que nossa relação ou aventura tivesse. E a menina-mulher gostava de rapidez.
Quando finalmente nos vimos, a química foi uma boa surpresa. No meu quarto, vi pela primeira vez uma barriga grávida de 6 meses tão de perto. E os peitos. Ah, que peitos!
Mamei. Matei todas as saudades que, inconscientemente, eu podia ter do leite materno. E apalpei, apertei, lambi... fiz tudo que podia com aquele corpo de mamãe, enquanto ela tremia com as carícias, comprovando o quanto isso tinha, de fato, se tornado raro na sua triste vida de casada.
Enquanto meu pau escorregava gostoso dentro daquela gostosa, a mulher tinha espasmos. De repente, chorou. Coisa de mulher grávida, casada, certinha ou ingênua - sei lá. O que sei é que, com a história que ela contava do casamento, eu não senti dó nenhum do cara, que morava em outro estado e vinha visitá-la uma ou duas vezes por mês. Pelo contrário. Fiquei com pena dela e achei que eu estava é fazendo um grande favor pra ela.
Pensamento de cafajeste...

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