A mineira foi, segundo o “Bom Moço”, talvez a melhor que já peguei. De certa forma, concordo. Mas não puramente por causa da beleza que a moça tinha – principalmente pelo belíssimo traseiro e pelos cabelos maravilhosos. Era seu jeito genioso, teimoso, difícil e charmoso que a valorizava mais e me deixou louco pra conquistá-la.
A belezura tinha se mudado pro meu estado alguns meses antes de eu conhecê-la. Estudante de cursinho, ela trabalhava algumas noites num bar que eu freqüentava com assiduidade na minha cidade e foi lá que a encontrei.
Eu tentava, mas ela não me dava muita atenção. Pelo menos, aparentemente, os outros homens também não recebiam nenhum tratamento especial. Uma noite, pedi seu telefone. Com um jeito encantador de menina teimosa, ela me disse que, se eu realmente estivesse interessado, eu deveria voltar na semana seguinte, numa quarta-feira.
Imagino como ela deve ter se sentido quando, na quarta-seguinte, com o bar lotado e sem ter me visto, ela recebeu um recado de um garçom, dizendo: “Vim aqui pra buscar o que você me deve.”
Encurtando os blablablás, uma bela noite a mineirinha foi dormir lá em casa. QUE BUN DA! Céus, só quem já teve pra si uma bundona redondinha, dura e bronzeada apertada com calcinhas pequenininhas sabe o que se sente quando se lembra de algo assim. É o que estou sentindo agora.
Está na cara que fiquei fissurado por aquela parte do corpo da pequena deusa de 19 aninhos. Pra melhorar, a menina gostava de ficar de costas pra levar rola. QUE DE LÍ CIA era enfiar o pau todinho ali vendo aquelas pernas, costas e cabelos ondulados!
E isso ainda não era tudo. O melhor que aquela mineira linda deixou na lembrança era que, nem na hora em que estava sendo comida, ela se deixava dominar.
O resultado é que, segurada pelos cabelos e encostada em pé na parede, de quatro na cama ou sentada no meu colo, ela dizia, com aquele sotaque puxado e jeito dengoso e provocador: “Mais forrrte! Me come, me come mais forrrte! Mais forrrte, vai! Foóóórrrrrte!”

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